Rio Grande do Sul

17/05/2022 22:03h

Recursos serão usados na ampliação do Sistema de Abastecimento de Água de Pelotas e do sistema de macrodrenagem da bacia do Arroio da Areia, em Porto Alegre

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As cidades de Porto Alegre e Pelotas, em Rio Grande do Sul, vão receber mais de um milhão e oitocentos mil reais para a continuidade de obras de saneamento básico. Os recursos serão repassados pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR.

A cidade de Porto Alegre vai contar com quase um milhão e trezentos mil reais para ampliação e readequação do sistema de macrodrenagem da Bacia do Arroio da Areia, com implantação de reservatórios de detenção.

Já o município de Pelotas receberá mais de quinhentos e oitenta mil reais para ampliação do Sistema de Abastecimento de Água local.

"Os investimentos em saneamento básico garantem a preservação do meio ambiente, a melhoria das condições de saúde e mais qualidade de vida para a população", destaca o ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira.

Além dos recursos para o Rio Grande do Sul, o MDR também anunciou repasses para a continuidade de obras de saneamento básico em cidades da Bahia, Ceará, Espírito Santos, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Rondônia, Sergipe e São Paulo. No total, serão repassados mais de vinte milhões de reais.
 

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16/05/2022 12:56h

A estimativa do setor químico é de fechamento de postos de trabalho e redução, caso a MP 1095 seja aprovada na Câmara. Votação está prevista para terça-feira (17)

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Cerca de 9,1 mil empregos no Rio Grande do Sul podem estar em risco, caso seja aprovada a medida provisória que acaba com a tributação reduzida sobre a indústria química, o Regime Especial da Indústria Química (Reiq). A  Associação Brasileira de Indústria Química (Abiquim) defende que a extinção do Reiq afeta toda a economia, uma vez que a indústria petroquímica é fornecedora de insumos para a produção das mais diversas atividades: desde o agronegócio até a indústria de transformação. Isso porque a indústria trabalha com óleo, gás, minérios, por exemplo. “A indústria química pega esses produtos de origem natural e faz a primeira transformação”, explica Ciro Marino, presidente-executivo da Abiquim.

Só no Rio Grande do Sul, a extinção do Reiq deve reduzir R$ 2,1 bilhões na produção econômica devido aos impactos diretos, indiretos e ao efeito na renda. Além disso, pode acabar com 9,1 mil postos de  trabalho. O que o governo estima em aumento de arrecadação com o fim da tributação especial, na verdade, pode comprometer R$  69,5 milhões de arrecadação anual de ICMS só no Rio Grande do Sul, estima a Confederação Nacional da Indústria (CNI). 

“Com arranjos produtivos petroquímicos, as indústrias têm uma lógica de funcionamento para se instalar num estado como o do Rio Grande do Sul e ser capaz de ser uma empresa competitiva, rentável, saudável no mercado. Se, a qualquer tempo, tem uma decisão de governo que tira o incentivo petroquímico, nós perderemos concorrência, competitividade, portanto a empresa poderá ter a restrição do nível de empregabilidade, de ocupação, por absoluta falta de competição no mercado”, pondera o deputado Alceu Moreira (MDB-RS).

A proposta do governo com a MP 1095/2021 é extinguir a redução de 2,19% no PIS/Cofins sobre a compra de matérias-primas básicas petroquímicas de primeira e segunda geração. Para o deputado, é incompreensível que o governo queira extinguir o benefício. 

“Quando você tira o incentivo é bem provável que o desestímulo aconteça. Então, não é que não possa tirar. É que isso na verdade tem que ter uma discussão e se tiver que ser feito tem que ser feito como estava programado para ir, aos poucos, retirando este processo da empresa e ela se adequando ao mercado. Uma medida provisória de maneira abrupta como essa acaba com certeza principalmente no momento que nós estamos vivendo gerando talvez um em alguns a impossibilidade da continuidade efetiva do setor em funcionamento.”

A MP estava na pauta dessa quarta-feira (11), na Câmara dos Deputados. Mas a falta de consenso fez com que deputados adiassem a votação para a terça-feira (17). 

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Competitividade

Hoje, o Brasil importa 47% de sua necessidade no que diz respeito aos recursos produzidos pela indústria química. “O Brasil não é competitivo para atender sua própria indústria. Não é por falta de competência, não é por falta de produtividade, não é por falta de tecnologia. Até temos, hoje, 30% de capacidade ociosa. Mas a gente não consegue competir com estrangeiro, porque nós temos a questão tributária que é ruim”, diz Ciro Marino, da Abiquim. 

A extinção do Reiq piora essa situação, pois vai na contramão do desenvolvimento do país. Enquanto em outros mercados - como nos Estados Unidos e países da União Europeia - a carga tributária gira em torno de 25% e, em alguns países, o setor ainda recebe incentivos adicionais; no Brasil, paga-se 46% de impostos. “O Reiq não resolve os problemas da indústria química, mas mitiga ”, considera Marino. 

Insegurança jurídica

A Lei 14.183, sancionada sem vetos em 14 de julho de 2021, estabelecia a redução gradual dos incentivos tributários à indústria petroquímica até 2024. Menos de seis meses depois, o governo federal editou a MP 1095.  A medida extinguiu a diferenciação tributária a partir de 1º de abril de 2022. Mas por decisão do desembargador  Hercules Fajoses, da Sétima Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, a aplicabilidade da MP está suspensa. 

Na opinião da Abiquim, a edição de uma MP com o mesmo propósito, seis meses após a promulgação da lei, traz insegurança jurídica, o que afasta investidores e desestimula o crescimento. 

O governo defende que a indústria petroquímica (responsável por 10% do PIB brasileiro) já não precisa mais de incentivos fiscais. Mas a Abiquim alega que o setor não pode “ser penalizado para tapar outros buracos da economia”. O setor químico acredita que o fim do Reiq pode implicar a retração de toda a cadeia produtiva na ordem de R$ 11,5 bilhões. 

A votação da MP 1095/2022 no plenário da Câmara dos Deputados está prevista para terça-feira (17). Depois de apreciada pelos deputados, a proposta segue para o Senado. 
 

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14/05/2022 16:41h

Devido aos serviços nas rodovias, a autarquia orienta aos condutores que fiquem atentos à sinalização dos locais

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A partir desta segunda-feira (16), haverá serviços de instalação das vigas das pontes em construção sobre a várzea do rio dos Sinos, na BR-116/RS, em São Leopoldo. Por isso, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) orienta que os condutores de veículos que pretendem passar por essa área fiquem atentos à sinalização.

Os trabalhos serão realizados até esta quinta-feira (19). De acordo com o DNIT, não haverá desvios de tráfego. No entanto, serão feitos bloqueios temporários em uma das pistas, que devem durar cerca de 10 minutos. 

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Também a partir desta segunda, haverá mudança no tráfego de veículos em Navegantes, na altura do Km 10 da BR-470/SC. De acordo com informações do DNIT, a intervenção é necessária para dar seguimento às obras de duplicação da rodovia.

A autarquia destaca que o acesso ao bairro do Carvão, em Navegantes, será fechado. Os condutores que pretendem acessar o bairro deverão utilizar o retorno localizado no Km 11. Já os que estão se deslocando no sentido bairro - rodovia BR-470/SC, deverão seguir as sinalizações indicativas de desvio implantadas no local.

No local do bloqueio, o DNIT também executa serviços para a edificação de um viaduto. O monumento dará acesso ao município de Luiz Alves. O trecho é referente ao lote 1 das obras de duplicação da BR. 
 

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Meio Ambiente
13/05/2022 03:00h

A Green Way for Automotive, que fica em Gravataí (RS), tem metas ambiciosas: até 2030 quer descontaminar e reciclar 100 mil toneladas de resíduos automotivos e reaproveitar até 95% das partes e peças dos veículos

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A startup gaúcha Green Way for Automotive (GWA), localizada em Gravataí (RS), tem uma meta ambiciosa para os próximos oito anos: descontaminar e reciclar 100 mil toneladas de resíduos automotivos e reaproveitar até 95% das partes e peças dos veículos. Ao aliar inovação e cuidado com o meio ambiente, a empresa exemplifica como o conceito de economia circular pode ser aplicado para resolver problemas do cotidiano das grandes cidades, como os milhões de carros sucateados Brasil afora. 

O que é economia circular? 

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Responsável por coordenar um projeto que buscava novos caminhos para a reciclagem do aço junto a uma grande siderúrgica, Wladi Souza se deparou com a situação dos carros abandonados nos pátios dos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) de todo o país. Ele conta que eram centenas de milhares de veículos parados por diversos motivos. O objetivo inicial era entrar em contato com os Detrans para ajudar a diminuir esse passivo. 

“A gente começou a fazer esse trabalho nos Detrans do Brasil inteiro. A gente tinha o problema de carros muito antigos, muito oxidados. A gente conseguiu diminuir um pouco, mas nunca conseguimos baixar o estoque de veículos no Brasil. No fim das contas, o Brasil produz muito carro e recicla muito pouco, eu acredito que nem 10%”, afirma. 

Mesmo assim, ele conta, o passivo de veículos sucateados não diminuía, uma vez que a capacidade de produção da indústria nacional é elevada. Wladi e seu amigo André perceberam também que, antes de acharem uma solução para as peças que compunham os veículos, tinham que resolver um outro problema: o impacto ambiental que os gases e fluidos desses carros abandonados causam ao meio ambiente. Foi aí que nasceu a GWA. 

“A gente foca principalmente em desenvolver soluções para descontaminação ambiental do carro. Os carros precisam passar por um processo de remoção de todos os gases e fluidos para que depois a gente comece a pensar no carro como matéria, como plástico, aço, vidro. A gente desenvolveu uma máquina, que é nossa patente, que é um processo automatizado de remover fluido por computador”, explica.

O segundo passo após a descontaminação são os processos de desmontagem dos veículos, separando as peças e tentando reinseri-las no ciclo produtivo. “A gente começou a comprar alguns carros, descontaminar e fazer desmontagem, visualizando entregar que o plástico, de alguma maneira, volte para a cadeia, que o aço volte pra siderúrgica e, assim, sucessivamente, com todos os materiais, implementando o conceito de economia circular no carro”, detalha. 

Com o sucesso da iniciativa, a Toyota resolveu apoiar a startup gaúcha e, agora, ajuda a GWA a se conectar com parceiros comerciais que tenham condições de receber o plástico, o aço, a borracha, e todos os demais materiais vindos da desmontagem dos veículos para colocá-los na cadeia de produção novamente. 

A ideia da GWA, segundo Wladi, é que o índice de reciclagem chegue a 95% por carro. “São tantos itens numa qualidade produtiva tão alta em termos de produto que não dá pra gente não pensar diferente em como daqui a pouco reaproveitar, reduzir ou tentar criar produtos, pensar diferente o resíduo do carro. É isso que a gente está tentando fazer”, indica. 

Suporte legal
Patrícia Guarnieri, doutora em engenharia de produção pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com pós-doutorado em economia circular na Università di Bologna, Itália, afirma que o Brasil tem muito a fazer quando o assunto é transição para uma economia circular. Segundo a especialista, é preciso que o país tenha uma legislação específica que incentive o setor produtivo e os consumidores a adotarem o modelo gradualmente. 

Ela diz que, embora o país careça de uma legislação voltada para a economia circular, há duas leis que podem ser consideradas um primeiro passo, como a 12.305/2010, que criou a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), e a 14.260/2021, que estabelece incentivos à indústria da reciclagem, cria o Fundo de Apoio para Ações Voltadas à Reciclagem (Favorecicle) e Fundos de Investimentos para Projetos de Reciclagem (ProRecicle).

Ex-catador, o deputado federal Carlos Gomes (Republicanos-RS) diz que uma das formas pela qual o Congresso Nacional pode contribuir com a economia circular é aprovar projetos que incentivem esse modelo de produção e consumo. Segundo o parlamentar, derrubar o veto parcial da Presidência da República ao PL 6545/2019 que estabelece incentivos à reciclagem, vai nessa direção. 

“É um gesto que o Congresso pode dar no sentido de fortalecimento da nossa economia circular e dando vida útil a essas matérias primas que são descartadas oriundas do nosso próprio consumo. Ao invés dessa matéria ir para o lixo ou aterro, gerar doença, problema ambiental, passivo ambiental, esses materiais recicláveis têm que voltar para o processo produtivo industrial gerando emprego, renda, aumentando ainda mais a nossa arrecadação e ‘desimpactando’ o nosso meio ambiente”, avalia. 

Por enquanto, as iniciativas partem mais das empresas e dos consumidores individualmente. Em 2019, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizou uma pesquisa que constatou que 76,5% das empresas do setor adotavam alguma prática de economia circular. Entre as principais práticas citadas pelos empresários, estavam a otimização de processos (56,5%), o uso de insumos circulares (37,1%) e a recuperação de recursos (24,1%).

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Desenvolvimento Regional
27/04/2022 17:07h

Afetada pela estiagem, a cidade gaúcha utilizará os recursos em ações de resposta ao desastre

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O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), autorizou, nesta quarta-feira (27), o repasse de R$ 287,2 mil ao município de Alegria, no Rio Grande do Sul, afetado pela estiagem. A portaria que autoriza os recursos foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). 

Os investimentos serão usados pela prefeitura na compra de cestas básicas e de um reservatório de água com capacidade para 4,5 mil litros.

 

Como solicitar recursos federais

 

Após a concessão do status de situação de emergência pela Defesa Civil Nacional, os municípios atingidos por desastres estão aptos a solicitar recursos do MDR para atendimento à população afetada. As ações envolvem restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de equipamentos de infraestrutura danificados.

A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a especificação do montante a ser liberado.

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10/04/2022 14:29h

BR-156, no Amapá, e BR-262, no Espírito Santo, também têm interdições nesta semana

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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT) faz um alerta para os bloqueios parciais na BR-290 (freeway), no Rio Grande do Sul, na BR-116/BR-290 e sobre a Nova Ponte do Guaíba, em Porto Alegre. 

As interdições, que devem durar até o dia 15 de maio, ocorrem devido aos serviços finais nas pistas, como intervenções no pavimento, drenagem e implementação de guardas-rodas.

No Amapá, acontece a interrupção do tráfego de veículos no km 188,26, da BR-156, no trecho sobre a Ponte do Rio Preto. A intervenção deve durar até o dia 13 de abril, sempre das 7h30 às 11h30 e das 12h30 às 16h30. 

A medida é necessária para que o DNIT execute a manutenção da ponte, localizada no município de Mazagão.

No Espírito Santo, haverá interdição do trânsito na BR-262, na terça-feira (12), nos trechos dos municípios de Viana, Domingos Martins e Marechal Floriano (km 17,15, km 34,37, km 60,60, km 90,25). A interdição acontecerá de 9h às 14h. 

O motivo é a aferição dos equipamentos de velocidade. O trânsito no local poderá ser desviado. Em caso de chuvas, a verificação poderá ser cancelada.

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O DNIT recomenda que os motoristas redobrem a atenção e diminuam a velocidade nas interdições. Os trechos estão devidamente sinalizados, alertando sobre os bloqueios.

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06/04/2022 16:44h

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 Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), vai repassar cerca de R$ 1 milhão a quatro cidades da Região Sul do Brasil afetadas pela estiagem. Os recursos vão beneficiar cerca de 18 mil pessoas. As portarias que autorizam a liberação dos recursos foram publicadas na edição desta quarta-feira (6) do Diário Oficial da União (DOU).

Das quatro cidades que vão dispor de recursos federais, três estão no Rio Grande do Sul. São elas: Jaguarão (R$ 48,9 mil), Santo Cristo (R$ 624 mil) e Machadinho (R$ 331 mil), que recebeu dois repasses (clique aqui aqui). Também será beneficiada a cidade de Coronel Martins, em Santa Catarina (R$ 59,8 mil).

Os municípios utilizarão os recursos para compra de cestas básicas e de combustível para o transporte de água para as pessoas atingidas pela falta de chuvas.

O Governo Federal também vai repassar recursos para ações de prevenção na cidade de Ecoporanga, no Espírito Santo. Cerca de R$ 316,1 mil serão destinados à construção de uma ponte sobre o Rio Timbó.


Como solicitar recursos federais


Após a concessão do status de situação de emergência pela Defesa Civil Nacional, os municípios atingidos por desastres estão aptos a solicitar recursos do MDR para atendimento à população afetada. As ações envolvem restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de equipamentos de infraestrutura danificados.

A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a especificação do montante a ser liberado.

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05/04/2022 15:30h

Recursos disponibilizados pela Defesa Civil Nacional serão repassados a Caraí (MG) e Roca Sales (RS)

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 O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), vai repassar R$ 125,8 mil a duas cidades brasileiras atingidas por desastres naturais. As portarias que autorizam os recursos foram publicadas na edição desta terça-feira (5) do Diário Oficial da União (DOU).

A maior parte dos recursos, R$ 75 mil, será destinada ao município de Caraí, em Minas Gerais, que foi atingido por chuvas intensas. O valor será utilizado na recuperação de uma ponte de madeira danificada pelo desastre. A previsão é que cerca de 2,7 mil pessoas que utilizam a estrutura para se locomoverem sejam beneficiadas.

Já para a cidade de Roca Sales, no Rio Grande do Sul, serão repassados R$ 50,8 mil para amenizar os efeitos da estiagem. O recurso será usado na compra de cestas básicas e de um reservatório de água potável, que deverão beneficiar 300 pessoas.


Como solicitar recursos federais

 


Após a concessão do status de situação de emergência pela Defesa Civil Nacional, os municípios atingidos por desastres estão aptos a solicitar recursos do MDR para atendimento à população afetada. As ações envolvem restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de equipamentos de infraestrutura danificados.

A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a especificação do montante a ser liberado.

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04/04/2022 12:41h

Municípios estão localizados nos estados de Rondônia, Pará, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Bahia

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O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), vai repassar mais de R$ 3,92 milhões a 17 cidades brasileiras atingidas por desastres naturais. As portarias que autorizam os recursos foram publicadas na edição desta segunda-feira (4) do Diário Oficial da União (DOU).

Das 17 cidades, seis registraram fortes chuvas. Em Rondônia, o município de Cacoal, que passou por inundações, vai receber R$ 607,5 mil para a compra de cestas básicas, kits de limpeza doméstica, de dormitório e de higiene pessoal, além de colchões. No Pará, a cidade de Oriximiná, vai contar com R$ 136 mil para a aquisição de cestas de alimentos, enquanto Água Azul do Norte terá acesso a R$ 132,2 mil para a compra de cestas básicas e kits de limpeza.

Em Minas Gerais, a cidade de São Francisco vai receber R$ 257 mil para a compra de cestas de alimentos, colchões e kits de dormitório. Na Bahia, o município de Brumado vai contar com R$ 392,5 mil para a reconstrução de uma barragem em concreto danificada por chuvas intensas. E no Rio Grande do Sul, Cerro Branco, que registrou enxurradas, terá acesso a R$ 798,6 mil para a recuperação de uma ponte.


Estiagem


Os demais municípios que tiveram repasses autorizados nesta segunda-feira passam por um período de estiagem. Dez estão no Rio Grande do Sul. São eles: Canudos do Vale (R$ 190 mil), Rodeio Bonito (R$ 225,1 mil), São Martinho (R$ 48,6 mil), Santa Maria (R$ 283,4 mil), Bozano (R$ 38,8 mil), Roca Sales (R$ 60 mil), Taquaruçu do Sul (R$ 237,1 mil), Humaitá (R$ 122,2 mil), Lajeado do Bugre (R$ 57,2 mil) e Vale do Sol (R$ 167,6 mil). Também foi beneficiado o município de São João do Oeste, em Santa Catarina (R$ 168 mil).

As cidades da Região Sul utilizarão os recursos na compra de cestas básicas, combustível e reservatórios de água potável, além de aluguel de caminhões pipa.

 

Como solicitar recursos federais
 

 

Em todo o país, estados e municípios atingidos por desastres podem solicitar recursos federais para atendimento à população afetada, restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de infraestrutura danificada.

Para isso, é necessário obter anteriormente o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública, como explica o coronel Alexandre Lucas, secretário nacional de Proteção e Defesa Civil.

"O reconhecimento tem o papel de alterar processos administrativos e jurídicos e acelerar processos para a resposta ao desastre, além de permitir a liberação de uma série de recursos. Para isso, é preciso que o estado ou o município decrete a situação de emergência ou de calamidade pública e insira essa documentação no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2ID). A partir disso, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) publica uma portaria e o ente federativo está apto a solicitar recursos".

O Sistema Integrado de Informações sobre Desastres, o S2iD, pode ser acessado em s2id.mi.gov.br.

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26/03/2022 19:00h

Os condutores precisam ter atenção especial à noite, devido à realização de atividades noturnas na BR-116, entre São Leopoldo e Esteio e em Porto Alegre durante o final de semana.

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Os condutores de veículos que pretendem circular pelas BRs 116 e 290, ambas no Rio Grande do Sul, devem ficar atentos aos alertas feitos pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). De acordo com a autarquia, a partir deste sábado (26) até o próximo dia 2 de abril, os trechos das rodovias vão passar por serviços de manutenção. 

Os locais estão sinalizados para garantir a segurança e orientação dos usuários. Os condutores precisam ter atenção especial à noite, devido à realização de atividades noturnas na BR-116, entre São Leopoldo e Esteio e em Porto Alegre durante o final de semana. 

Já na BR-290/RS é importante ficar atento à alternância de vias entre Minas do Leão a Pantano Grande e entre Encruzilhada do Sul a Cachoeira do Sul.

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Confira a programação de cada trecho

BR-116/RS 
Sábado e domingo (26 e 27/03) – das 8h30 às 17 horas

  • km 227 ao km 228 (Dois Irmãos) - Serviços nos acostamentos, em ambos os sentidos;
  • km 252,7 ao km 273,4 (Sapucaia do Sul a Porto Alegre) - Serviços de microrrevestimento, em ambos os sentidos

Serviço noturno – das 21 às 6 horas

  • km 246 ao km 250 (São Leopoldo a Esteio) - Serviços de limpeza das muretas centrais (new jersey), em ambos os sentidos.
  • km 270 ao km 273,4 (Porto Alegre) - Serviços de limpeza de meio-fio, no sentido do interior à capital. 
     

De 28/03 a 01/04 - das 8h30 às 17 horas

  • km 184 ao km 228 (Nova Petrópolis a Dois Irmãos) - Serviços de roçada, caiação, limpeza de canaletas e meio-fio, em ambos os sentidos;
  • km 204 ao km 205 (Picada Café) - Serviços de limpeza e valas, em ambos os sentidos;
  • km 227 ao km 228 (Dois Irmãos) - Serviços nos acostamentos, em ambos os sentidos;
  • km 247 ao km 270,4 (São Leopoldo a Porto Alegre) - Serviços de roçada, caiação, limpeza de canaletas, meio-fio e valas, em ambos os sentidos;
  • km 252,7 ao km 273,4 (Sapucaia do Sul e Porto Alegre) - Serviços de microrrevestimento, em ambos os sentidos.

BR-290/RS 

De 28/03 a 02/04 – das 7 às 17 horas

  • km 190 ao km 214 (Minas do Leão a Pantano Grande) – Roçada da faixa de domínio, em ambos os sentidos;
  • km 190 ao km 213 (Minas do Leão a Pantano Grande) – Serviços de manutenção na pista com sistema de “pare e siga”;
  • km 242 ao km 248 (Encruzilhada do Sul a Cachoeira do Sul) – Serviços de manutenção na pista com sistema de “pare e siga”;
  • km 295 ao km 317 (Cachoeira do Sul a Caçapava do Sul) – Roçada da faixa de domínio, em ambos os sentidos.​
     
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Brasil 61