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Educação
17/04/2022 19:50h

Iniciativa do Ministério das Comunicações pretende conectar todas as escolas públicas à rede de ensino até o fim deste ano

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O Ministério das Comunicações vai instalar 12 mil novos pontos de internet em escolas da rede pública do país nos próximos quatro meses. A iniciativa é parte do Programa WiFi Brasil e pretende conectar todos os estabelecimentos de ensino à rede mundial de computadores até o fim de 2022. 

Durante solenidade no Palácio do Planalto, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse que durante a pandemia 25 mil escolas brasileiras não tinham acesso à internet. Hoje, 9.853 pontos de internet do WiFi Brasil já estão funcionando nas escolas. Com as novas instalações, a cobertura deve chegar a 90% dessas unidades de ensino até o início do segundo semestre.

“Nós estamos conectando [à internet], em média, três mil escolas por mês. Do montante de escolas que não tinham internet, nós temos, hoje, sem internet, 14,5 mil escolas. A gente está assinando um contrato com a Telebras e com a RNP [Rede Nacional de Ensino e Pesquisa] em que vamos conectar 12 mil escolas, nos próximos quatro meses. Ficaremos apenas com 2,5 mil escolas restantes para que a gente leve conexão no segundo semestre. E a promessa será cumprida: vamos entregar 100% das escolas conectadas”, garantiu o ministro. 

Os 12 mil novos pontos de internet vão ajudar a zerar o número de escolas sem acesso à rede nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. No Nordeste, os estados de Alagoas, Piauí e Rio Grande do Norte também estarão 100% conectados. Os demais estados nordestinos e a Região Norte devem receber cobertura integral para todas as escolas públicas até dezembro, disse Fábio Faria. “Essas crianças precisam estudar, precisam se conectar, precisam ter voz e a gente vai dar voz a quem não tinha”, completou. 

Márcio Migon, ex-coordenador do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), diz que a articulação entre a Telebrás e a RNP é um avanço institucional e que a instalação dos pontos de internet em todas as escolas públicas consolida um avanço buscado pelo Executivo. “No estágio em que nos encontramos, a comunicação por banda larga ou WiFi é tão importante ou mais do que a telefonia, para a qual toda a legislação foi desenhada”, afirma. 

Dos 9.853 pontos de internet instalados nas escolas até o momento, 93% são em áreas rurais. Segundo Migon, o acesso à internet nesses locais traz benefícios que excedem a sala de aula. 

“Essa é a grande beleza da internet, Chegando nas escolas, esse potencial fica ainda mais alavancado, que é permitir o acesso das comunidades locais a essa nova tecnologia, que é uma tecnologia habilitadora, na medida em que viabiliza um sem número de aplicações e soluções para a vida daquelas comunidades. Fico otimista com as inovações que vão surgir localmente, com as iniciativas da sociedade a partir de tudo isso”, comemora

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Programa WiFi Brasil
A cobertura integral das escolas brasileiras com internet é parte do Programa WiFi Brasil, o qual visa também instalar antenas e roteadores em assentamentos rurais, unidades básicas de saúde, aldeias indígenas e telecentros comunitários. Outra vertente da iniciativa tem o objetivo de disponibilizar antenas nas praças públicas com acesso livre e gratuito ao público em geral. Segundo o governo, dos 15 mil pontos já instalados, mais de 10 mil estão em áreas rurais e isoladas dos centros urbanos.  

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13/04/2022 01:58h

O questionamento deve ser respondido até o dia 30 de abril por gestores municipais. Segundo a primeira parte do Censo Escolar 2021, o número de matrículas na educação infantil registrou queda de 7,3% entre 2019 e 2021

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Gestores municipais têm até o dia 30 de abril de 2022 para participarem do levantamento que busca trazer dados sobre a demanda e oferta de vagas na educação infantil. O questionário estará disponível na plataforma PAR4, na página do município. Para acessar, basta abrir o ícone vermelho no canto inferior direito e clicar no ícone “Questionário de Demanda EI”.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), alguns dos objetivos da iniciativa são compreender o planejamento do município em relação à oferta de vagas (por exemplo, se elas são de jornada parcial ou integral) e compreender como estão estruturadas as etapas do processo de organização da demanda da educação infantil.

Ainda de acordo com o MEC, um dos primeiros passos para planejar a rede é realizar um levantamento da oferta de vagas já existente nas unidades, ou seja, conhecê-la de forma regionalizada e detalhada. Com o número de vagas disponíveis em mãos e a demanda estimada, a Secretaria terá os principais insumos para planejar e organizar o atendimento.

PAR 4 

Conhecido como PAR 4, o quarto ciclo do Plano De Ações Articuladas é uma ferramenta que permite que estados e municípios façam diagnósticos de planejamento de polícia educacionais. O grande objetivo da iniciativa é melhorar a qualidade da educação básica pública. 

Eliane de Carvalho Silva, coordenadora de Programas Especiais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) destaca a importância da participação dos municípios.

“O PAR é uma importante estratégia do Plano Nacional de Educação para o desenvolvimento de ações. Contribui para ampliação da oferta, permanência e melhoria das condições escolares e, consequentemente, para o aprimoramento do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, bem como para a redução da evasão escolar”

Para auxiliar os gestores, a FNDE disponibilizou um manual orientativo online  e se coloca a disposição para o esclarecimento de dúvidas pelos canais oficiais.

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Educação Infantil: Importância 

A Daniela Gonçalves tem um filho de 3 anos e 5 meses anos, que começou a ir para a creche ano passado. Segundo ela, o menino tem diagnóstico de autismo e isso faz com que ela se sinta preocupada em deixar a criança, mas sabe da importância para o crescimento dele. "Eu confio, eu preciso que ele esteja na creche e ele tem que se preparar quando for para a escola. Só que eu, pra falar a verdade, fico um pouco preocupada."

Daniela é uma das muitas mães que devem deixar os filhos em creches, mas dados do Censo Escolar de 2021 mostram que o número de matrículas nesses locais caiu 9% entre 2019 e 2021. Em todo o Brasil, foram registradas 69,9 mil creches em funcionamento no Brasil.

Já na educação infantil, a queda foi de 7,3% nos mesmos anos analisados. Ao todo, neste período, 653,499 crianças de até 5 anos saíram da escola. Foram registradas, em instituições particulares e públicas, 6.403.866 matrículas.

Segundo a coordenadora educacional de uma escola particular do Distrito Federal, Thaís Carvalho, a educação infantil tem um papel fundamental na formação dos alunos, já que é base de todo desenvolvimento para ter o sucesso da sua vida acadêmica. “Na educação infantil, a criança vai formar a sua personalidade. Ela vai ter as bases de valores sociais e éticos e o seu desenvolvimento socioemocional fortalecido para construir essas relações e, nessas relações fortalecidas, ela consiga se desenvolver academicamente e cognitivamente”, completa. 
 

 

 


 

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07/04/2022 01:30h

As mudanças devem ser feitas pelo Sistema Educacenso. Na segunda etapa da pesquisa, estão sendo recolhidos dados sobre a situação do aluno, como transferências, saída escolar ou repetição de algum ano.

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As escolas públicas e particulares têm até o dia 18 de abril para retificar alguma informação referente à segunda etapa do Censo Escolar 2021. Durante esse período, as instituições escolares também podem inserir informações não declaradas na coleta. Todo o processo deve ser feito pelo Sistema Educacenso. Os resultados vão ser divulgados em maio de 2022.

Segundo o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), Danilo Dupas Ribeiro, nessa etapa, estão sendo computadas informações sobre o movimento do aluno. "Nela [nessa etapa], serão coletadas informações relativas aos rendimentos dos estudantes, quantos foram aprovados e reprovados e ao movimento, quantos foram transferidos, deixaram de frequentar a escola ou faleceram."

A partir desse levantamento, o INEP vai disponibilizar dados como a taxa de rendimento, fundamental para o acompanhamento de dados escolares dos estados e municípios. 

Primeira Etapa

A primeira etapa do Censo Escolar foi divulgada no dia 31 de janeiro deste ano. Segundo os dados, as matrículas na educação infantil registraram queda de 7,3% entre os anos de 2019 e 2021. Além disso, 653,499 crianças de até 5 anos saíram da escola. 

Em todos os anos de ensino, foram registradas 46,7 milhões de matrículas, uma redução de 1,3% quando comparamos com 2020. As redes municipais atendem a maioria dos alunos, com 49,6% de matriculados, seguido pela rede estadual, com 32,2% e a rede privada 17,4%. Ao todo, o país tem 178,4 mil escolas de educação básica. 

Também dentro das informações já divulgadas, foram registrados 2,2 milhões de professores e 162.796 diretores de educação básica. A maioria possui formação superior (89,5%) e é mulher (80,7%)

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Censo

O Censo escolar é a principal pesquisa de educação básica no Brasil. Coordenado pelo INEP e com a participação de secretarias municipais e estaduais, conta com informações de todas as escolas públicas e privadas do Brasil. 

O secretário executivo do Ministério da Educação, Vitor Godoy, destaca a importância do estudo na formulação de políticas públicas. "São dados que vão subsidiar a formulação, monitoramento, avaliação de polícia públicas,  produção de indicadores que vão possibilitar a gente contextualizar o que está acontecendo na educação brasileira, assim como uma base de cálculo para transferências de recursos do fundeb para estados e municípios."

Educação e Covid-19

Termina também no dia 18 de abril a coleta de dados da pesquisa "Resposta educacional à pandemia de covid-19". Os dados deverão ser enviados por todas as escolas, também pelo Sistema Educacenso. É a segunda vez que o formulário é aplicado e tem como objetivo levantar dados sobre as "estratégias adotadas pelas escolas para lidar com os desafios impostos pela pandemia no Brasil", conforme explicou o INEP.
 

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07/04/2022 00:39h

Campanha do Ministério da Educação convida população a combater o abandono escolar

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O número de crianças e adolescentes fora da escola aumentou 171% durante a pandemia, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ao todo, 244 mil meninos e meninas de 6 a 14 anos não estavam matriculados no segundo trimestre de 2021, cerca de 154 mil a mais que em 2019.

Dados divulgados pelo Censo Escolar do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) apontam que o número de matrículas de crianças entre 6 e 10 anos diminuiu entre os anos de 2019 e 2020. Em 2019, foram realizadas 13.995.683 matrículas. Já em 2020, o número caiu para 13.907.329. O mesmo ocorreu nas matrículas de 11 a 14 anos, com uma queda de 11.597.937 para 11.495.650 no mesmo período.

A professora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), Catarina de Almeida, explica como a pandemia evidenciou a importância da escola para grande parte dos alunos.

“Para grande parte dos estudantes, a escola tem mais importância ainda. Esses estudantes dependem da escola para ter professor ensinando. As residências não apresentam locais adequados para estudar. Eles dependem da escola para ter proteção. Dependem da escola para ter alimentação. Se a escola é o espaço em que essas condições são dadas, quando a pandemia vem, os estudantes ficam sem tudo isso.”

Segundo Catarina, além da dependência da infraestrutura da escola, o brasileiro não tem a cultura do ensino remoto, o que requer certa autonomia do estudante para estudar. “Então isso fez com que muitos estudantes se afastassem da escola”.

“A pandemia trouxe também condições de mais vulnerabilidade. Muitas famílias perderam renda, ficaram sem renda, sem trabalho. Muitas crianças entraram em trabalho infantil, que significa ir para as ruas pedir, ser explorado de todas as formas. Isso traz condições de violência nos espaços em que estão vivendo, sem ter a proteção da escola. Então esses elementos todos vão favorecer a evasão da escola”, acrescenta.

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Disque 100 - Brasil na Escola

Para combater o abandono e a evasão escolar, o Ministério da Educação (MEC) convida as famílias e toda a população para participar da campanha Disque 100 - Brasil na Escola. Desde o dia 28 de março, o telefone está disponível para receber ligações que informem sobre crianças e adolescentes não matriculados na rede de ensino ou que estejam sem frequentar a escola.

Segundo o secretário adjunto de Educação Básica do Ministério da Educação Helber Ricardo Vieira a campanha é uma parceria da pasta com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) e tem “o objetivo de engajar toda a sociedade em um processo ativo de busca daquelas crianças que estão indevidamente fora da escola.”

As ligações pelo Disque 100 podem ser feitas de todo o Brasil, gratuitamente, de qualquer telefone fixo ou celular, 24 horas por dia, inclusive aos sábados, domingos e feriados. Basta discar 100.

“O Disque 100 é um canal que foi colocado no ar, onde qualquer cidadão brasileiro vai poder ligar para notificar, trazer ao conhecimento das autoridades situações em que percebe-se que uma criança não está tendo o seu direito à educação contemplado por estar fora da escola. Uma vez que o cidadão disca para esse número, ele realiza a sua notificação e essa notificação é passada por uma rede de contatos de instituições do estado, como conselhos tutelares, por exemplo, onde nós faremos um monitoramento. Primeiro a situação é verificada e se há realmente uma situação de ausência do direito por parte da criança, nós asseguraremos que ela se reengaje na rede escolar”, explica o secretário.

Helber Ricardo Vieira destaca os que a Constituição Federal assegura que o direito à educação é um dever do Estado, da família e de toda a sociedade. 

“Há diversos relatos científicos que demonstram que a participação da família aumenta a probabilidade de aprendizagem das crianças. E nesse momento, nós estamos chamando famílias e toda a sociedade para nos engajarmos em uma estratégia realmente nacional de recuperação das aprendizagens da pandemia. Agora, essa recuperação das aprendizagens começa com o retorno das crianças na escola, com a sua permanência e com as aprendizagens ocorrendo.”

A professora Catarina de Almeida afirma que é preciso ir muito além da denúncia para ajudar os estudantes que estão fora da escola. 

“Para que esses estudantes estejam nas aulas presenciais, precisamos resolver as questões que fizeram com que esses estudantes se afastassem da escola. Se a situação de vulnerabilidade social não for revertida, eles continuarão nessa situação. Por mais que a gente leve de volta para a escola, a questão social, a questão da alimentação e de coisas básicas vão falar mais alto do que a própria própria educação”, ressalta.

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05/04/2022 01:36h

A falta de vagas e de cuidados adequados deixa crianças e famílias vulneráveis

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Para sair para trabalhar todos os dias, Lucila Lopes precisa deixar a filha de dois anos com parentes, com amigos e até com o filho adolescente. Há um ano e meio, a auxiliar administrativa tenta uma vaga em creches da rede pública no Distrito Federal. No ano passado, apesar de ter feito todo o procedimento de pedido de matrícula, no mês de outubro, o governo não registrou seu cadastro. Lucila segue sem vaga para a filha. 

Para tentar sanar a questão, a mãe acionou o Ministério Público. “Consegui a inclusão do nome dela, mas ainda há 13 crianças à nossa frente”, relata. Sem recursos para pagar uma creche particular, Lucila conta que “deixa com quem dá” para ir trabalhar. “Fico sempre ansiosa, não consigo me concentrar direito no trabalho”, conta a mãe.

A história de Lucila se repete em muitos lares brasileiros. Para atingir a meta do Plano Nacional de Educação (PNE) - de atender 50% das crianças de 0 a 3 anos em creches - os governos ainda precisam criar 2,2 milhões de vagas. Mas o médico Halim Antônio Girade, assessor de Saúde e Desenvolvimento Infantil do Tribunal de Contas de Goiás e membro do Comitê Pacto pela Primeira Infância, o Brasil não atingirá a meta: “O crescimento está se dando de forma muito lenta, em média de 1,7% ao ano”, diz. 

Levantamento do Comitê Técnico da Educação do Instituto Rui Barbosa (CTE-IRB), de 2021, contabilizou que o percentual de crianças de 0 a 3 anos atendidas em creches é de 31% em média. Mas a distribuição não é igual em todo o país: a Região Norte tem o menor índice, 14%; enquanto a Região Sudeste, o maior, com 39%. Entre os próprios municípios das regiões há discrepância no percentual atendido.

 34% dos empreendedores no Brasil são mulheres

ENEM 2022: pedido de isenção da taxa começa nesta segunda-feira (4)

Fonte: IRB 

Vulnerabilidade

A falta de creches expõe crianças e famílias a situações de vulnerabilidade. “A criança deve ser a prioridade absoluta no orçamento. A creche é importante pois abarca a fase de socialização da criança. As creches deveriam estar preparadas para contribuir com o desenvolvimento infantil, isso é, com brincadeiras orientadas, com jogos, com conversas, com leituras, com música”, defende Girade. 

A subsecretária de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas do Ministério da Economia, Carolina Busatto, pontua que a falta de condições adequadas para confiar o cuidado com os filhos é um dos fatores que limitam o empreendedorismo feminino. Em geral, segundo pesquisa do IBGE, as mulheres destinam quase o dobro do tempo para cuidados com a casa e filhos: 21,5 horas semanais, contra 11 horas deles. 

“Já que ela está gastando o tempo dela que é igual dos homens para o trabalho não remunerado, sobra menos tempo para o trabalho remunerado. E aí é uma dificuldade, se a gente olha pra isso”. Em março, o Governo Federal lançou o programa Brasil pra Elas, que reúne iniciativas de diversos órgãos, representantes de categorias profissionais, instituições da sociedade civil e bancos para estimular o empreendedorismo entre as mulheres. 

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27/03/2022 19:10h

O UNICEF disponibiliza duas ferramentas para você avaliar se a sua escola está preparada para fazer o retorno seguro às salas de aula

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Para envolver comunidades e gestores municipais na retomada segura de crianças e adolescentes às aulas, o Instituto Peabiru, com o apoio da Unicef, preparou três spots para emissoras de rádio. Esses áudios estão finalizados e prontos para divulgação.

Neste conteúdo, você pode baixar o terceiro spot, voltado para gestores de escola e comunidade escolar. 

O UNICEF disponibiliza duas ferramentas para você avaliar se a sua escola está preparada para fazer o retorno seguro às salas de aula. 

A primeira ferramenta é o formulário de autoavaliação. Você vai responder questões sobre as condições de acesso à água, higiene das mãos,  higiene menstrual, esgotamento sanitário, prevenção e controle de infecções. A segunda ferramenta é o checklist sobre a implementação de protocolos seguros nas escolas.

As duas ferramentas estão disponíveis AQUI.

Ajude a sua escola a voltar com segurança! A educação não vai parar. Escolas de portas abertas já!

Respostas à evasão escolar

O UNICEF mobiliza gestores municipais e comunidades para adoção de medidas necessárias que garantam o direito á educação para todos através de uma campanha de comunicação iniciada pelas redes sociais agora por outro veículo de comunicação, as rádios.   

Desde o início da pandemia, tem contribuído na resposta à covid-19. Neste momento em que muitas escolas reabrem suas portas para um novo ano letivo, as ações do UNICEF e parceiros continuam, a fim de assegurar a manutenção de atividades essenciais de forma segura para crianças e adolescentes. 

Entre as iniciativas estão estratégias como o Selo UNICEF e a Busca Ativa Escolar, que atuam como ferramentas para fortalecimento das ações realizadas pelos gestores e técnicos municipais. Além desse aparato tecnológico, doações de insumos que vão desde materiais de higiene a estações de lavagens das mãos, cursos e ferramentas de autoavaliação das condições de água, higiene e saneamento nas escolas e o incentivo à vacinação de funcionários e estudantes são distribuídos ou disponibilizados.

Instituto Peabiru

O Instituto Peabiru é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP, brasileira, fundada em 1998, que tem por missão fomentar o protagonismo de grupos sociais da Amazônia para a promoção do pleno acesso aos seus direitos fundamentais. Com sede em Belém, Estado do Pará, atua nacionalmente, especialmente no bioma Amazônia, com ênfase no Marajó, Nordeste Paraense e na Região Metropolitana de Belém (PA).

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18/03/2022 13:15h

Baixe e utilize o segundo spot da campanha para mobilizar gestores e comunidades para o retorno seguro de jovens às escolas. No Mato Grosso, mais de 70 mil crianças e adolescentes, entre 6 e 17 anos, não frequentaram a escola em 2020

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Baixe e utilize o segundo spot da campanha para mobilizar gestores e comunidades para o retorno seguro de jovens às escolas. No Mato Grosso, mais de 70 mil crianças e adolescentes, entre 6 e 17 anos, não frequentaram a escola em 2020

Para envolver comunidades e gestores municipais na retomada segura de crianças e adolescentes às aulas, o Instituto Peabiru, com o apoio da Unicef, preparou três spots para emissoras de rádio. Esses áudios estão finalizados e prontos para divulgação.

Neste conteúdo, você pode baixar o segundo spot, voltado para pais, mães e/ou responsáveis.

Mato Grosso

 


No Mato Grosso, mais de 70 mil crianças e adolescentes, entre 6 e 17 anos, não frequentaram a escola em 2020. O número representa 10% desta população.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios durante a pandemia (PNAD covid).


Respostas à evasão escolar 

 


O UNICEF mobiliza gestores municipais e comunidades para adoção de medidas necessárias que garantam o direito á educação para todos através de uma campanha de comunicação iniciada pelas redes sociais agora por outro veículo de comunicação, as rádios.   

Desde o início da pandemia, tem contribuído na resposta à covid-19. Neste momento em que muitas escolas reabrem suas portas para um novo ano letivo, as ações do UNICEF e parceiros continuam, a fim de assegurar a manutenção de atividades essenciais de forma segura para crianças e adolescentes. 

Entre as iniciativas estão estratégias como o Selo UNICEF, com 78 municípios mato-grossenses participantes, e a Busca Ativa Escolar, que atuam como ferramentas para fortalecimento das ações realizadas pelos gestores e técnicos municipais. Além desse aparato tecnológico, doações de insumos que vão desde materiais de higiene a estações de lavagens das mãos, cursos e ferramentas de autoavaliação das condições de água, higiene e saneamento nas escolas e o incentivo à vacinação de funcionários e estudantes são distribuídos ou disponibilizados.

Instituto Peabiru

 


O Instituto Peabiru é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP, brasileira, fundada em 1998, que tem por missão fomentar o protagonismo de grupos sociais da Amazônia para a promoção do pleno acesso aos seus direitos fundamentais. Com sede em Belém, Estado do Pará, atua nacionalmente, especialmente no bioma Amazônia, com ênfase no Marajó, Nordeste Paraense e na Região Metropolitana de Belém (PA).

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18/03/2022 12:10h

Baixe e utilize o segundo spot da campanha para mobilizar gestores e comunidades para o retorno seguro de jovens às escolas. No Pará, mais de 600 mil crianças e adolescentes, entre 6 e 17 anos, não frequentaram a escola em 2020

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Baixe e utilize o segundo spot da campanha para mobilizar gestores e comunidades para o retorno seguro de jovens às escolas. No Pará, mais de 600 mil crianças e adolescentes, entre 6 e 17 anos, não frequentaram a escola em 2020

Para envolver comunidades e gestores municipais na retomada segura de crianças e adolescentes às aulas, o Instituto Peabiru, com o apoio da Unicef, preparou três spots para emissoras de rádio. Esses áudios estão finalizados e prontos para divulgação.

Neste conteúdo, você pode baixar o segundo spot, voltado para pais, mães e/ou responsáveis.

Pará


No Pará, mais de 600 mil crianças e adolescentes, entre 6 e 17 anos, não frequentaram a escola em 2020. O número representa 32% desta população. 

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios durante a pandemia (PNAD covid).

Respostas à evasão escolar 


O UNICEF mobiliza gestores municipais e comunidades para adoção de medidas necessárias que garantam o direito á educação para todos através de uma campanha de comunicação iniciada pelas redes sociais agora por outro veículo de comunicação, as rádios.   

Desde o início da pandemia, tem contribuído na resposta à covid-19. Neste momento em que muitas escolas reabrem suas portas para um novo ano letivo, as ações do UNICEF e parceiros continuam, a fim de assegurar a manutenção de atividades essenciais de forma segura para crianças e adolescentes. 

Entre as iniciativas estão estratégias como o Selo UNICEF, com 124 municípios paraenses participantes, e a Busca Ativa Escolar, que atuam como ferramentas para fortalecimento das ações realizadas pelos gestores e técnicos municipais. Além desse aparato tecnológico, doações de insumos que vão desde materiais de higiene a estações de lavagens das mãos, cursos e ferramentas de autoavaliação das condições de água, higiene e saneamento nas escolas e o incentivo à vacinação de funcionários e estudantes são distribuídos ou disponibilizados.

Instituto Peabiru


O Instituto Peabiru é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP, brasileira, fundada em 1998, que tem por missão fomentar o protagonismo de grupos sociais da Amazônia para a promoção do pleno acesso aos seus direitos fundamentais. Com sede em Belém, Estado do Pará, atua nacionalmente, especialmente no bioma Amazônia, com ênfase no Marajó, Nordeste Paraense e na Região Metropolitana de Belém (PA).
 

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18/03/2022 11:04h

Baixe e utilize o segundo spot da campanha para mobilizar gestores e comunidades para o retorno seguro de jovens às escolas. No Amapá, mais de 70 mil crianças e adolescentes, entre 6 e 17 anos, não frequentaram a escola em 2020

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Para envolver comunidades e gestores municipais na retomada segura de crianças e adolescentes às aulas, o Instituto Peabiru, com o apoio da Unicef, preparou três spots para emissoras de rádio. Esses áudios estão finalizados e prontos para divulgação.

Neste conteúdo, você pode baixar o segundo spot, voltado para pais, mães e/ou responsáveis.

Amapá

 


No mês em que as escolas estão reabrindo suas portas para as atividades presenciais, a evasão e o abandono escolar ainda são fontes de preocupação para a gestão pública e sociedade civil. 

No Amapá, mais de 70 mil crianças e adolescentes, entre 6 e 17 anos, não frequentaram a escola em 2020. O número representa 36% desta população e colocou o Amapá como o segundo estado brasileiro com o maior percentual de exclusão escolar naquele período. 

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios durante a pandemia (PNAD covid). 

Respostas à evasão escolar 


O UNICEF mobiliza gestores municipais e comunidades para adoção de medidas necessárias que garantam o direito á educação para todos através de uma campanha de comunicação iniciada pelas redes sociais agora por outro veículo de comunicação, as rádios.   

Desde o início da pandemia, tem contribuído na resposta à covid-19. Neste momento em que muitas escolas reabrem suas portas para um novo ano letivo, as ações do UNICEF e parceiros continuam, a fim de assegurar a manutenção de atividades essenciais de forma segura para crianças e adolescentes. 

Entre as iniciativas estão estratégias como o Selo UNICEF, com 16 municípios amapaenses participantes, e a Busca Ativa Escolar, que atuam como ferramentas para fortalecimento das ações realizadas pelos gestores e técnicos municipais. Além desse aparato tecnológico, doações de insumos que vão desde materiais de higiene a estações de lavagens das mãos, cursos e ferramentas de autoavaliação das condições de água, higiene e saneamento nas escolas e o incentivo à vacinação de funcionários e estudantes são distribuídos ou disponibilizados.

Instituto Peabiru


O Instituto Peabiru é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP, brasileira, fundada em 1998, que tem por missão fomentar o protagonismo de grupos sociais da Amazônia para a promoção do pleno acesso aos seus direitos fundamentais. Com sede em Belém, Estado do Pará, atua nacionalmente, especialmente no bioma Amazônia, com ênfase no Marajó, Nordeste Paraense e na Região Metropolitana de Belém (PA).

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18/03/2022 09:56h

Baixe e utilize o segundo spot da campanha para mobilizar gestores e comunidades para o retorno seguro de jovens às escolas. No Tocantins, 41 mil crianças e adolescentes, entre 6 e 17 anos, não frequentaram a escola em 2020

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Para envolver comunidades e gestores municipais na retomada segura de crianças e adolescentes às aulas, o Instituto Peabiru, com o apoio da Unicef, preparou três spots para emissoras de rádio. Esses áudios estão finalizados e prontos para divulgação.

Neste conteúdo, você pode baixar o segundo spot, voltado para pais, mães e/ou responsáveis.

Tocantins


No mês em que as escolas estão reabrindo suas portas para as atividades presenciais, a evasão e o abandono escolar ainda são fontes de preocupação para a gestão pública e sociedade civil. 

No Tocantins, 41 mil crianças e adolescentes, entre 6 e 17 anos, não frequentaram a escola em 2020.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios durante a pandemia (PNAD covid). 

Respostas à evasão escolar 


O UNICEF mobiliza gestores municipais e comunidades para adoção de medidas necessárias que garantam o direito á educação para todos através de uma campanha de comunicação iniciada pelas redes sociais agora por outro veículo de comunicação, as rádios.   

Desde o início da pandemia, tem contribuído na resposta à covid-19. Neste momento em que muitas escolas reabrem suas portas para um novo ano letivo, as ações do UNICEF e parceiros continuam, a fim de assegurar a manutenção de atividades essenciais de forma segura para crianças e adolescentes. 

Entre as iniciativas estão estratégias como o Selo UNICEF, com  99 municípios tocantinenses participantes, e a Busca Ativa Escolar, que atuam como ferramentas para fortalecimento das ações realizadas pelos gestores e técnicos municipais. Além desse aparato tecnológico, doações de insumos que vão desde materiais de higiene a estações de lavagens das mãos, cursos e ferramentas de autoavaliação das condições de água, higiene e saneamento nas escolas e o incentivo à vacinação de funcionários e estudantes são distribuídos ou disponibilizados.

Instituto Peabiru


O Instituto Peabiru é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP, brasileira, fundada em 1998, que tem por missão fomentar o protagonismo de grupos sociais da Amazônia para a promoção do pleno acesso aos seus direitos fundamentais. Com sede em Belém, Estado do Pará, atua nacionalmente, especialmente no bioma Amazônia, com ênfase no Marajó, Nordeste Paraense e na Região Metropolitana de Belém (PA).
 

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Brasil 61