Agronegócio

06/07/2022 03:15h

No mercado financeiro, a saca de 60 quilos do milho teve queda de 0,77% no preço e é negociada a R$82,60

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A saca de 60 quilos do café arábica iniciou a quarta-feira (6) com alta de 0,17% no preço e é vendida a R$ 1.356,14 na cidade de São Paulo. O café robusta apresentou queda de 0,56% no valor e a saca é comercializada a R$705,31, para retirada no Espírito Santo.

Entra em vigor portaria que reconhece adoção das boas práticas agrícolas

O açúcar cristal teve baixa de 0,78% no preço e o produto é vendido a R$ 126,65 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, sofreu queda de 0,03% e a mercadoria é comercializada a R$ 123,18. 

No mercado financeiro, a saca de 60 quilos do milho teve queda de 0,77% no preço e é negociada a R$82,60.

Os valores são do Cepea/USP.

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06/07/2022 03:00h

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve baixa de 0,70% e o produto é vendido por R$ 9,88

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A cotação da arroba do boi gordo começou a quarta-feira (6) com baixa de 0,43% e o produto é negociado a R$ 323,55 em São Paulo. 

O preço do quilo do frango congelado sofreu alta de 0,25% no preço e o produto é vendido por R$ 7,89. O preço do quilo do frango resfriado sofreu alta de 0,12% no preço e a mercadoria é comercializada a R$ 8,04.

Entra em vigor portaria que reconhece adoção das boas práticas agrícolas

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve alta de 0,51% e o produto é vendido por R$ 9,93.

Em Minas Gerais, o suíno vivo é vendido a R$ 7,25. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$ 6,31. 

Os valores são do Cepea/USP.

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05/07/2022 03:15h

No mercado financeiro, a saca de 60 quilos do milho teve aumento de 0,10% no preço e é negociada a R$83,24

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A saca de 60 quilos do café arábica iniciou a terça-feira (5) com queda de 0,36% no preço e é vendida a R$ 1.353,84 na cidade de São Paulo. O café robusta apresentou alta de 0,80% no valor e a saca é comercializada a R$709,30, para retirada no Espírito Santo.

SUSTENTABILIDADE: Brasil lidera entre os países com a maior produtividade agropecuária por emissão de gases de efeito estufa

O açúcar cristal teve aumento de 0,64% no preço e o produto é vendido a R$ 127,64 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, sofreu queda de 0,38% e a mercadoria é comercializada a R$ 123,22. 

No mercado financeiro, a saca de 60 quilos do milho teve aumento de 0,10% no preço e é negociada a R$83,24.

Os valores são do Cepea/USP.

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05/07/2022 03:00h

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve baixa de 0,70% e o produto é vendido por R$ 9,88

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A cotação da arroba do boi gordo começou a terça-feira (5) com alta de 3,24% e o produto é negociado a R$ 324,95 em São Paulo. 

O preço do quilo do frango congelado não sofreu alta e o produto é vendido por R$ 7,87. O preço do quilo do frango resfriado também não sofreu alta e a mercadoria é comercializada a R$ 8,03.

SUSTENTABILIDADE: Brasil lidera entre os países com a maior produtividade agropecuária por emissão de gases de efeito estufa

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve baixa de 0,70% e o produto é vendido por R$ 9,88.

Em Minas Gerais, o suíno vivo é vendido a R$ 6,94. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$ 5,71. 

Os valores são do Cepea/USP.

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04/07/2022 03:15h

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve baixa de 0,90% e o produto é vendido por R$ 9,95

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A cotação da arroba do boi gordo começou a segunda-feira (4) com alta de 1,72% e o produto é negociado a R$ 314,75 em São Paulo. 

O preço do quilo do frango congelado sofreu alta de 1,03% e o produto é vendido por R$ 7,87. O preço do quilo do frango resfriado sofreu alta de 1,52% e a mercadoria é comercializada a R$ 8,03.

Infraestrutura: com menos dinheiro para investir no setor, governo facilitou aportes da iniciativa privada

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve baixa de 0,90% e o produto é vendido por R$ 9,95.

Em Minas Gerais, o suíno vivo continua sendo vendido a R$ 7,26. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$ 6,49. 

Os valores são do Cepea/USP.

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04/07/2022 03:00h

No mercado financeiro, a saca de 60 quilos do milho teve baixa de 0,47% no preço e é negociada a R$83,16

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A saca de 60 quilos do café arábica iniciou a segunda-feira (4) com queda de 0,18% no preço e é vendida a R$ 1.358,71 na cidade de São Paulo. O café robusta apresentou baixa de 0,79% no valor e a saca é comercializada a R$703,65, para retirada no Espírito Santo.

Infraestrutura: com menos dinheiro para investir no setor, governo facilitou aportes da iniciativa privada

O açúcar cristal teve queda de 0,18% no preço e o produto é vendido a R$ 126,83 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, sofreu queda de 0,46% e a mercadoria é comercializada a R$ 123,69. 

No mercado financeiro, a saca de 60 quilos do milho teve baixa de 0,47% no preço e é negociada a R$83,16.

Os valores são do Cepea/USP.

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02/07/2022 16:20h

O programa é voltado para entidade, empresa ou associação que buscam o reconhecimento do seu programa para adoção de boas práticas

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O mês de julho começou com uma novidade para o setor agrícola. Desde esta sexta-feira (1°) está em vigor a Portaria nº 448. Entre os pontos, a medida estabelece o procedimento para a submissão da documentação necessária ao reconhecimento de programas voltados à promoção de boas práticas agrícolas.

De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o documento também regulamenta a Portaria n° 337, publicada em 2021, que prevê requisitos mínimos e reconhece programas de promoção de boas práticas agrícolas no Brasil. 

Segundo o coordenador-geral de Sistemas Integrados de Produção Agrícola do MAPA, Marcus Vinícius de Miranda, o intuito da portaria é estimular a produção de alimentos seguros e de qualidade. Além disso, a ideia é desempenhar iniciativas que visam melhorar a qualidade e estimular práticas sustentáveis de produção agrícola. 

“O Ministério basicamente elaborou o que entendemos como requisitos mínimos necessários para ser considerado boas práticas agrícolas. Na Portaria 337 de 2021, nós elaboramos o que seriam esses requisitos mínimos. Na portaria mais recente, que entrou em vigor em julho, estão citados os critérios para as entidades enviarem seus projetos de boas práticas agrícolas para ter reconhecimento do MAPA”, explica. 

Reconhecimento de boas práticas agrícolas 

Para que os entes públicos e privados interessados tenham o programa de boas práticas reconhecido e chancelado pelo Ministério, é preciso que protocolem o Termo de Declaração junto à Pasta. 

Vale destacar que a adesão ao programa não é obrigatória e os interessados devem fazer uma autodeclaração alegando que estão adequados segundo a Portaria 337. Miranda explica que, após o envio, a documentação será analisada pela Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável e Irrigação (SDI/Mapa).

“Já tem um modelo pronto na portaria de um termo de declaração. Ou seja, a própria entidade assume que adota boas práticas agrícolas. O programa não é voltado para o produtor individualmente, e sim para uma entidade, empresa ou associação que quer ter o reconhecimento do seu programa para adoção dessas boas práticas”, destaca Marcus Vinícius.

O que são as boas práticas agrícolas?

De acordo com o MAPA, as boas práticas agrícolas são representadas por um grupo de “normas,  princípios e recomendações técnicas aplicadas nas etapas de produção, processamento e transporte de produtos vegetais alimentícios e não alimentícios, orientadas a promover a oferta de alimento seguro, de forma a cuidar da saúde humana, proteger o meio ambiente e melhorar as condições dos trabalhadores rurais e sua família.”

Ações da Embrapa para mitigar crise dos fertilizantes podem gerar US$ 1 bilhão de economia ao setor

Novo Plano Safra 2022/2023 vai destinar R$ 9 bi à Amazônia Legal

Entre os requisitos mínimos estão o planejamento e a gestão do estabelecimento rural; o cumprimento da legislação ambiental e trabalhista vigente; a organização e a higiene no estabelecimento rural; a nutrição de plantas; a fertilidade e a conservação do solo; o uso correto de insumos; o uso racional e a qualidade da água; a rastreabilidade do processo produtivo com registros e controles da produção e o manejo integrado de pragas. 
 

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01/07/2022 14:32h

Caravana FertBrasil fica no estado até esta terça-feira (7) para passar soluções caseiras e tecnologias que visam driblar a crise dos fertilizantes e economizar insumos. Medidas podem refletir na baixa de preço dos alimentos

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Chegou a vez de os produtores agrícolas de Minas Gerais receberem a Caravana Embrapa FertBrasil, ação de curto prazo do Plano Nacional de Fertilizantes. O projeto fica no estado até terça-feira (7), com as mais atuais técnicas de utilização de fertilizantes. Além disso, serão apresentadas soluções caseiras que podem baratear custos da próxima safra e, ainda, impactar positivamente no preço dos alimentos.

Após a escassez dos insumos importados – a demanda brasileira por fertilizantes vindos do exterior chega a 85% –, a Embrapa a preparou material com soluções e tecnologias que têm o objetivo de mitigar essa dependência nos próximos anos, mas que já podem ser efetivas na próxima safra, com possível economia de US$ 1 bilhão ao setor no primeiro ano.

A equipe da Caravana, formada por, pelo menos, cinco palestrantes e três pesquisadores da Embrapa, vai visitar ao todo 48 polos agrícolas, o que corresponde a 70 milhões de hectares, abrangendo os 230 maiores produtores de grãos e perenes no Brasil. Depois de passar por Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná, as novidades serão transmitidas agora aos produtores mineiros. Entre elas a utilização de insumos que são encontrados no Brasil e que não são aplicados em larga escala, como agrominerais, coprodutos de resíduos com potencial agrícola e remineralizadores. O objetivo é evitar o desperdício, baixar o custo da produção e aumentar a eficiência.

Jefferson Costa, pesquisador da Embrapa e coordenador estratégico da Caravana FertBrasil, explica que um dos objetivos do projeto é mostrar aos produtores que o consumo de insumos nacionais pode ser potencializado e diminuir a dependência do exterior já nos próximos anos.

“Hoje, esses produtos só compõem cerca de 5% do uso nacional de fertilizantes e nossa expectativa nos próximos dois, três, quatro anos é já chegar a 40% da inserção desses produtos no mercado, o que diminuiria a necessidade de importação, essa dependência tão forte que a gente tem hoje”, destaca Jefferson.

Segundo o pesquisador da Embrapa, a ideia é maximizar o uso de, pelo menos, dois dos três principais nutrientes usados na fertilização do solo: nitrogênio e fósforo. “A gente espera, ao final da Caravana, habilitar o setor produtivo a aumentar a eficiência de uso de nitrogênio em 20%. Mas de fósforo, nossa expectativa é dobrar a eficiência de uso. A eficiência hoje é de 20% e nós queremos levar a 30% ou até 40%”, destaca Jefferson Costa.

O deputado federal Domingos Sávio (PL-MG), que também é profissional da área agrícola e produtor rural, ressalta que a questão dos fertilizantes está sendo tratada pelo governo com a devida seriedade, uma vez que é fundamental para alimentar o país e mais um bilhão de pessoas no mundo, já que o Brasil é um dos maiores exportadores de alimentos. Segundo o parlamentar, o papel da Embrapa é primordial no processo de evolução do setor em relação ao aumento de eficiência e produção nacional do insumo.

“Fertilizante é desenvolvimento científico. É saudável, produz alimento de qualidade. Agora, nós temos que investir na ciência, na Embrapa, na tecnologia e temos que ter o mínimo de regulação no mercado. Nós precisamos investir em duas coisas, de imediato aprimorar a forma de usar, para usar de maneira racional. E nós precisamos de ampliar a capacidade de produção nacional”, destacou o parlamentar.

Depois de Minas Gerais, a Caravana chega ao Rio Grande do Sul, no dia 26 de julho. Na sequência, passa por Mato Grosso, Rondônia, Santa Catarina, Acre, Goiás, Distrito Federal, Bahia, Tocantins, Piauí, Maranhão, Sergipe, Alagoas, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pará, Roraima e Amapá.

Cinco pilares

O conteúdo transmitido pela Caravana foi discutido pelos 40 melhores especialistas da área, para reunir todo o conhecimento da Embrapa a respeito e modular tudo em cinco pilares. O objetivo é dialogar com o setor produtivo, levar informações e novidades aos produtores e mapear as demandas de cada macrorregião, de cada polo agrícola que está sendo visitado.

Confira os cinco temas abordados pela Caravana:

  • Planejando quando e onde plantar: hoje já existem tecnologias, como novas análises de solo, que permitem apontar com precisão que solo deve ser utilizado para o plantio, quando e com que quantidade de fertilizantes;
  • Boas práticas: a Embrapa preparou uma apresentação com as principais práticas agrícolas que existem no país para uso eficiente de fertilizantes, muitas delas que não chegaram ao conhecimento do produtor;
  • Novos fertilizantes e insumos: na terceira etapa entram em discussão os novos fertilizantes, agrominerais, remineralizadores e bioinsumos. Tecnologias que são novas. Algumas carecem de mais pesquisas e testes, enquanto outras já possuem comprovação de eficácia.
  • Soluções digitais: a Caravana também está levando as melhores soluções digitais que existem no mercado para aumentar a eficiência das aplicações dos fertilizantes, a chamada agricultura de precisão. São novas ideias de como maximizar o uso desses produtos, com, por exemplo, a nanotecnologia na aplicação de fertilizantes.
  • Manejo e sustentabilidade: a última etapa da conversa com os produtores influenciadores e os técnicos fala sobre o manejo agrícola associado à maior sustentabilidade.
     
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01/07/2022 03:15h

No mercado financeiro, a saca de 60 quilos do milho teve baixa de 1,53% no preço e é negociada a R$83,55

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A saca de 60 quilos do café arábica iniciou a sexta-feira (1º) com aumento de 0,72% no preço e é vendida a R$ 1.361,20 na cidade de São Paulo. O café robusta apresentou aumento de 0,35% no valor e a saca é comercializada a R$709,24, para retirada no Espírito Santo.

Receita Federal libera consulta ao segundo lote de restituição do IRPF 2022

O açúcar cristal teve queda de 0,69% no preço e o produto é vendido a R$ 127,06 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, sofreu queda de 0,79% e a mercadoria é comercializada a R$ 124,26. 

No mercado financeiro, a saca de 60 quilos do milho teve baixa de 1,53% no preço e é negociada a R$83,55.

Os valores são do Cepea/USP.

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01/07/2022 03:00h

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial não teve aumento e o produto é vendido por R$ 10,04

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A cotação da arroba do boi gordo começou a sexta-feira (1º) com alta de 0,19% e o produto é negociado a R$ 320,25 em São Paulo. 

O preço do quilo do frango congelado não sofreu alta e o produto ainda é vendido por R$ 7,79. O preço do quilo do frango resfriado também não sofreu alta e a mercadoria é comercializada a R$ 7,91.

Receita Federal libera consulta ao segundo lote de restituição do IRPF 2022

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial não teve aumento e o produto é vendido por R$ 10,04.

Em Minas Gerais, o suíno vivo continua sendo vendido a R$ 7,26. No Paraná, o produto ainda é comercializado à vista a R$ 6,48. 

Os valores são do Cepea/USP.

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Brasil 61