Agricultura

Economia
15/12/2021 15:50h

Após 100 dias de embargo à carne brasileira, o país asiático derrubou o embargo à proteína animal do Brasil

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O Ministério da Agricultura informou na manhã desta quarta-feira (15) ter recebido a informação de que a China derrubou o embargo à carne bovina brasileira. Em nota governo brasileiro disse que recebeu com satisfação a notícia de que a Administração-Geral de Aduanas da China (GACC) finalizou a avaliação dos dois casos de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) atípica ocorridos no Brasil em setembro deste ano e autorizou, a partir de hoje, a retomada das exportações brasileiras de carne bovina.

Ainda de acordo com a pasta, a decisão das autoridades chinesas confirma a excelência dos controles sanitários oficiais brasileiros.

O presidente do Sistema FAEMG/SENAR/INAES/Sindicatos, Antônio de Salvo, comentou a liberação: “É uma ótima notícia. O setor se tranquiliza novamente e pode voltar a ter uma vida normal. Os preços já estavam em recuperação, mas com a entrada da safra do boi gordo de pasto, entre o final de dezembro e o começo de janeiro, os produtores estavam inseguros quanto aos patamares de preço para a arroba. Com a reabertura do mercado Chinês, que corresponde a praticamente metade de nossas exportações, o produtor volta a ter tranquilidade para continuar produzindo e melhorando geneticamente seu gado, com garantia mais consistente de bons preços já neste início de nova safra.”

O analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, diz que o embargo demorou muito mais que o esperado:  “Com esse cenário, precisamos avaliar para entender como a China vai se comportar no mercado nas próximas semanas.  Primeiro quando a China comprará carne bovina brasileira. A China aumentou a produtividade média da sua suinocultura, aumentou a sua produção de carnes e a suinocultura local entrou em crise, porque os custos estavam muito altos. Novembro foi  o mês em que a China menos importou carne, foram  677.000 toneladas de carnes importadas para um país que está acostumado a importar mais de 1 milhão de toneladas, uma queda significativa.”

Embargo chinês

A China suspendeu a compra de carne bovina do Brasil no dia 4 de setembro desde a identificação de dois casos atípicos de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) - conhecida como o “mal da vaca louca” - em frigoríficos de Nova Canaã do Norte (MT) e de Belo Horizonte (MG). De acordo com entidades ligadas ao setor de carne bovina no país, o prejuízo pode chegar a US$ 1,8 bilhão.

A China é o principal destino das carnes exportadas pelo Brasil. Em 2020, foram US$ 4,04 bilhões de carne bovina para o país, 48% do total de nossas vendas globais. Mesmo com a suspensão desde setembro, as exportações brasileiras de carne bovina para China já totalizaram, em 2021, U$ 3,87 bilhões, 46% das vendas globais do alimento.

Segundo o  Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea),  as exportações  de carne bovina tiveram uma queda em novembro de 41,5% em valor e de 49,2% em quantidade  se comparado ao mesmo período de 2020. A China é responsável por 48% dos embarques desta proteína animal. 

"Mal da vaca louca"

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento informou que o Brasil nunca registrou a ocorrência de casos de EEB clássica.

A EEB atípica ocorre de maneira espontânea e esporádica e não está relacionada à ingestão de alimentos contaminados. Todas as ações sanitárias de mitigação de risco foram concluídas antes mesmo da emissão do resultado final pelo laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), em Alberta, no Canadá. Portanto, não há risco para a saúde humana e animal. 

Os dois casos de EEB atípica - um em cada estabelecimento - foram detectados durante a inspeção ante-mortem. Trata-se de vacas de descarte que apresentavam idade avançada e que estavam em decúbito nos currais. 

Após a confirmação, em 3 de setembro, em Alberta, o Brasil notificou oficialmente à OIE, conforme preveem as normas internacionais. No caso da China, em cumprimento ao protocolo sanitário firmado entre o país e o Brasil, ficaram suspensas temporariamente as exportações de carne bovina. 

Maior rebanho bovino

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),  o Mato Grosso tem  o maior rebanho de bovinos no Brasil, com 32,7 milhões de cabeças e alta de 2,3% ante 2019.

Em 2021, as vendas externas de carnes no mês foram de US$ 2,21 bilhões, com expansão de 62,3% em relação a setembro de 2020. As exportações de carne bovina tiveram a maior contribuição nas vendas externas do setor, subindo de US$ 668,20 milhões em setembro de 2020 para US$ 1,19 bilhão em setembro de 2021 (+77,7%).

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29/11/2021 19:51h

Um dos focos da atuação conjunta é em agricultura irrigada

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Nesta segunda-feira, 29 de novembro, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, se reuniu com Manuel Otero, diretor-geral do Instituto Interamericano para a Agricultura, o IICA. No encontro, foram debatidas parcerias entre as duas instituições.

Verônica Sánchez, secretária de Fomento e Parcerias com o Setor Privado do MDR, esteve presente ao encontro. Ela explica o alcance da parceria entre o Ministério e a instituição internacional.

"O IICA é um instituto de cooperação na área de agricultura, mas não só de agricultura, mas em toda a agenda de águas. Ele atua em 34 países das Américas. Com o Ministério do Desenvolvimento Regional, é uma parceria de muitos anos. Eles têm desenvolvido muitos projetos, não só na área de recursos hídricos, irrigação, Rotas do Desenvolvimento Regional, mas também na parte de saneamento

Um dos focos da atuação conjunta é em agricultura irrigada. O setor, inclusive, é apontado como principal ponto de aderência entre o IICA e o MDR, de acordo com Manuel Otero.

"Para o IICA, a parceria com o Ministério do Desenvolvimento Regional é muito importante. Os temas que foram identificados durante a reunião. Estão refletindo uma total coincidência entre as agendas. Gostaria de enfatizar, especialmente, o tema de irrigação, sob o ponto de vista da produção, da coleta de água, do uso ótimo de um recurso que vai ser cada vez mais escasso e que vai estar no topo da agenda mundial".

Para saber mais sobre essa e outras ações do Ministério do Desenvolvimento Regional, acesse mdr.gov.br.

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19/11/2021 19:33h

Instrumento busca orientar políticas públicas que visem a ampliar a oferta hídrica e fomentar atividades produtivas em conjunto com programas de oferta de águas em pequenas propriedades

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O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) realizaram, nesta quinta-feira (18), o 1º Seminário Nacional de Agricultura Irrigada em Pequenas Propriedades. Durante o evento, foram iniciadas as discussões para a elaboração do Plano de Ação Nacional de Agricultura Irrigada, buscando orientar políticas públicas que visem a ampliar a oferta hídrica e fomentar atividades produtivas em conjunto com programas de oferta de águas em pequenas propriedades.

“Desde 2019, todas as ações sob a responsabilidade do MDR adotam a água como fio condutor. Água é vida, é o insumo principal da maioria das cadeias produtivas, é geração de emprego e desenvolvimento”, destacou o secretário-executivo da pasta, Daniel Ferreira. “Nesta parceria com o IICA, iremos levantar informações e subsídios para produzir um plano de ação voltado às pequenas propriedades, levando em consideração as desigualdades regionais”, explicou.

Representante do IICA no Brasil, Gabriel Delgado destacou que o País tem umas das maiores reservas hídricas do mundo e 5,3 milhões de hectares de área irrigada. “E temos potencial para triplicar essa área. Precisamos incluir a todos, principalmente os pequenos empreendedores, nesta riqueza e fazê-lo com sustentabilidade e cooperação, contando com a disseminação e capacitação das boas práticas e políticas públicas diferenciadas, assim como investimentos em pesquisa e tecnologias para desenvolver novas práticas inovadoras", apontou.

A programação foi dividida em quatro fases: discussão de diretrizes e de políticas públicas, pela manhã, e apresentação de tecnologias e experiências, no período da tarde. Dentre os temas debatidos, destacam-se a agricultura familiar, a irrigação e o associativismo e as políticas públicas para acesso à água para pequenos empreendimentos.

Também houve painel sobre a importância da capacitação dos atores envolvidos na agricultura irrigada em pequenos estabelecimentos e a apresentação de cases do Programa Estadual de Agricultura Familiar, da Secretaria de Agricultura Familiar do Mato Grosso, e das experiências adquiridas na condução da política pública de oferta de água e irrigação da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul.

Voltado principalmente a pequenos agricultores, indústrias e representantes do governo e da iniciativa privada ligados ao tema da agricultura irrigada, o seminário também contou com a participação de representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), do Instituto Nacional do Semiárido (INSA), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e de entidades representativas do setor.

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14/11/2021 16:10h

Segundo o superintendente de Inteligência e Gestão da Oferta, Allan Silveira, o produtor recebe o bônus quando o preço de seu cultivo fica abaixo do valor de referência do programa

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Cinco produtos oriundos de estados das regiões Norte e Nordeste do Brasil estão na lista para adquirirem bônus do Programa de Garantia de Preços para Agricultura Familiar (PGPAF), em novembro. Os itens são abacaxi, banana, castanha-de-caju, feijão e manga. 
 
A lista e o cálculo dos bônus são feitos pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O superintendente de Inteligência e Gestão da Oferta, Allan Silveira, explica que a tabela é elaborada com base nos preços recebidos pelos produtores em outubro, com validade para o período de 10 de novembro a 9 de dezembro. 
 
“O PGPAF concede um bônus que se trata de um desconto sobre a prestação que ele tem para o financiamento do PRONAF. É um programa que visa auxiliar o produtor a cumprir com suas obrigações financeiras nos momentos em que eles têm dificuldades de preço. Ou seja, quando o valor está muito baixo. O programa diminui esse encargo financeiro, a prestação dá esse bônus que favorece os produtores nesses momentos”, afirma. 

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Dos alimentos incluídos neste mês, a manga da Bahia conta com o maior bônus, de 57,85%, para um preço médio de mercado de R$ 0,51 o quilo. Os agricultores de feijão caupi em Tocantins, por sua vez, vão receber o menor índice da lista de bônus de garantia, sendo 0,83% com base num valor médio de mercado respectivo de R$ 196,29 pela comercialização da saca de 60 quilos. 
 
Vale destacar que o PGPAF garante às famílias que acessam o Pronaf, tanto para custeio quanto para investimento, um desconto no pagamento do bônus. O programa oferece uma bonificação ao agricultor que teve o seu cultivo com preços abaixo do valor de garantia oferecido pelo programa. 
 
Confira o bônus dos demais itens da lista:

  • Abacaxi (SE) - 1,61%
  • Banana (PB e PE) - 14,61%
  • Castanha de caju (PE) - 24,43%
  • Feijão caupi (MA) - 1,96%

Cadastro Nacional da Agricultura Familiar 

O Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) foi criado com o objetivo de identificar e qualificar os agricultores familiares para o acesso às ações, programas e políticas públicas direcionadas ao desenvolvimento e fortalecimento da agricultura familiar. 

O produtor familiar que ainda tiver uma Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) válida não precisa substituir o documento imediatamente. As declarações emitidas até a data de disponibilização do serviço de inscrição no CAF vão permanecer válidas até o final de sua vigência. A partir daí, o agricultor fará a inscrição no CAF em caráter permanente.

Podem se cadastrar no CAF, os interessados precisam ter requisitos para identificá-los como beneficiários da Lei nº 11.326/2006. Esses podem ser qualificados como agricultores familiares, empreendedores familiares rurais e forma associativa da agricultura familiar. 

Também podem se cadastrar os pescadores artesanais; agricultores; silvicultores; extrativistas; quilombolas; assentados do Programa Nacional de Reforma Agrária; e beneficiários do Programa Nacional de Crédito Fundiário. 

A inscrição no CAF deve ser realizada no sistema eletrônico próprio (CAFWeb), que estará disponível ao público a partir de 31 de dezembro de 2021. O sistema será operacionalizado por uma rede de entidades públicas e privadas autorizadas a realizar a inscrição no CAF. 
 

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10/11/2021 19:30h

Evento em parceria com o IICA será realizado no dia 18 de novembro e tem como público-alvo pequenos agricultores, indústrias e outros profissionais ligados ao setor

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O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) promovem, no dia 18 de novembro, o 1º Seminário Nacional de Agricultura Irrigada em Pequenas Propriedades. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas neste link

O evento é voltado principalmente a pequenos agricultores e indústrias e representantes do governo e da iniciativa privada ligados ao tema da agricultura irrigada. A programação inclui, ainda, a participação de representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), do Instituto Nacional do Semiárido (INSA), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e de entidades representativas do setor.

“Nosso objetivo é trocar experiências com representantes do setor e fortalecer a cooperação política para garantir o fornecimento de alimentos, com segurança e qualidade, e discutir os desafios da agricultura irrigada como ferramenta de promoção do desenvolvimento rural”, informa a coordenadora-geral de Agricultura Irrigada da Secretaria Nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano do MDR, Pryscilla Bezerra.

Representante do IICA no Brasil, Gabriel Delgado destaca que o País tem umas das maiores reservas hídricas do mundo e 5,3 milhões de hectares de área irrigada. “E temos potencial para triplicar essa área, segundo estudos da Escola Superior de Agricultura Luís de Queiroz (Esalq). Temos que incluir todos, principalmente os pequenos empreendedores, nessa riqueza e fazê-lo com sustentabilidade e cooperação, contando com a disseminação e capacitação das boas práticas e políticas públicas diferenciadas, assim como investimentos em pesquisa e tecnologias para desenvolver novas práticas inovadoras", aponta.

Confira aqui a programação completa

Serviço:
1º Seminário Nacional de Agricultura Irrigada em Pequenas Propriedades
Data: 18/11
Horário: 9h
Transmissão ao vivo pelo canal do IICA no YouTube.
 

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01/11/2021 03:00h

A expectativa é que o setor tenha um ganho de produtividade com o recebimento, transmissão e armazenamento de dados de forma mais rápida e com qualidade

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A primeira antena de internet 5G do sul do país foi inaugurada na zona rural de Londrina, no norte do Paraná. O equipamento está sendo usado para testes de forma experimental pelo setor agrícola, até que o leilão dessa nova frequência seja realizado no dia 4 de novembro. A expectativa é que o setor tenha um ganho de produtividade com o recebimento, transmissão e armazenamento de dados de forma mais rápida e com qualidade.

A antena foi instalada na área da Embrapa Soja, espaço conhecido por ser um pólo de desenvolvimento tecnológico para o campo. Segundo o deputado federal Gustavo Fruet (PDT-PR), se espera agilidade na implantação da nova tecnologia e acesso o mais amplo possível. “Nós estamos já com o uso da inteligência artificial, todo um trabalho com relação às cidades inteligentes, toda a tecnologia sendo incorporada na área rural e o que se espera é que não se concentre somente em áreas altamente rentáveis, como as regiões centrais e os grandes centros urbanos”, afirmou.

O setor produtivo será fortemente impactado pela chegada do 5G, que facilitará a conectividade das máquinas. Com a tecnologia, o produtor terá acesso a dados de qualquer lugar do mundo, possibilitando que a gestão de propriedades rurais possa ser feita a distância, com qualidade na recepção, armazenamento e transmissão de dados e imagens. São esperadas também melhorias significativas na organização da  produção das fazendas.  

Com a tecnologia, é esperada uma verdadeira revolução na conectividade, como pontuou o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Igor Nogueira Calvet. “Terá um impacto, creio eu, até muito maior para as empresas. Porque o 5G é uma tecnologia que vai permitir a comunicação não somente entre as pessoas, mas sobretudo, entre máquinas. É máquina conversando com máquina, é máquina conversando com a infraestrutura”, afirmou.

A expectativa é que o sinal transmitido pela antena de Londrina em fase experimental chegue a todos os equipamentos que estiverem em um raio de três quilômetros e tenham tecnologia capaz de receber o sinal 5G. A nova tecnologia de transmissão ainda vai demandar das empresas de telefonia investimentos em equipamentos para que o sinal chegue a todos os usuários. O planejamento do Governo Federal é alcançar todas as capitais brasileiras até meados de 2022 e o país inteiro até 2028.

Cidades inteligentes

O leilão do 5G vai ampliar e acelerar a implantação de Cidades Inteligentes. A estrutura de rede móvel mais rápida permitirá troca exponencialmente maior de dados em conexões ultra estáveis e de alta velocidade, possibilitando soluções inteligentes para iluminação, segurança e rastreamento de veículos, por exemplo, dentro do contexto da chamada Internet das Coisas (IoT).

A Rua Sergipe, na capital paranaense, já recebeu tecnologia de ponta por meio do projeto Cidades Inteligentes da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), que leva para o espaço urbano tecnologias para melhorar a qualidade de vida da população. A instalação de Wi-Fi foi feita na principal avenida comercial da cidade para que os comerciantes possam trazer promoções e coletarem informações dos clientes que passam por lá. 

O prefeito Marcelo Belinati explicou como a tecnologia vai funcionar. “Você vai entrar lá no Wi-Fi e às vezes vai aparecer uma promoção, você tem cinquenta anos de idade, daqui três quadras em tal loja, tem é uma loja que está com promoção de um sapato. Por que tudo isso? É a tecnologia a favor do cidadão, a ideia é exatamente fazer com que a rua Sergipe seja um projeto piloto para toda Londrina, para Paraná e para o Brasil."

Leilão de frequências 

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) marcou para 4 de novembro o leilão das faixas de frequência do 5G no Brasil, que deve movimentar R$ 49,7 bilhões. Desse total, R$ 10,6 bilhões devem ser desembolsados pelas empresas vencedoras para pagamento das outorgas (direito de explorar comercialmente o 5G). Esse valor irá para o caixa do governo, se todos os lotes ofertados forem arrematados. E outros R$ 39,1 bilhões terão que ser investidos pelas empresas vencedoras para cumprir as contrapartidas, exigências previstas no edital.

No leilão, serão ofertadas quatro faixas de frequência: 700 MHz; 2,3 GHz; 26 GHz; e 3,5 GHz. A faixa de 3,5 GHz é a que desperta mais interesse das empresas de telefonia, por exigir menos investimentos para a implantação da tecnologia. 

O edital prevê, para cada uma das quatro faixas, exigências que terão que ser cumpridas pelas empresas vencedoras do leilão, como disponibilizar 5G nas capitais do país até julho de 2022, levar internet 4G para as rodovias e a construção de uma rede privativa de comunicação para a administração federal.

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27/10/2021 19:30h

De acordo com o indicador CEPEA/ESALQ, o preço da saca do café arábica registra alta de 9,61% no acumulado de outubro.

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O preço da saca de 60 quilos do café arábica teve queda de quase 2%, em São Paulo, com venda nesta quinta-feira (28), a R$ 1.246. O preço da saca de café robusta também teve queda de mais de 0,5%, com venda a R$ 767,65.

O valor da saca do açúcar cristal teve alta de quase 0,5%, em São Paulo, com venda a R$ 149,31. Em Ribeirão Preto (SP), a saca do açúcar bruto é vendida a R$ 146, a R$ 147 no Triângulo Mineiro e a R$ 149 em Maringá (PR).

Prefeituras recebem cerca de R$ 25 mi para combate à pandemia

O preço da saca do milho teve queda de quase 1%, com venda a R$ 87,50 em São Paulo. Em Rio Verde (GO), a saca do milho tem cotação de R$ 82; em Erechim (RS) e em Cascavel (PR) a R$ 89.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.
 

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27/10/2021 19:30h

De acordo com o indicador CEPEA/B3, a arroba do boi gordo teve queda de 12,05% no acumulado de outubro.

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O preço da arroba do boi gordo teve queda de quase 0,5%, em São Paulo, sendo comercializada, nesta quinta-feira (28), a R$ 256,45. Em Belo Horizonte (MG), o preço da arroba do boi gordo está estável, com venda a R$ 258. Em Goiânia (GO), a arroba do boi gordo é vendida a R$ 252 e em Cuiabá (MT), a R$ 248. 

O preço do quilo do frango congelado teve queda de quase 3%, sendo comercializado em São Paulo, a R$ 7,80. Em Santa Catarina e em Porto Alegre, o quilo do frango e vendido a R$ 8,10.

Prefeituras recebem cerca de R$ 25 mi para combate à pandemia

O preço da carcaça do suíno está estável em São Paulo, com venda a R$ 9,96 o quilo. No Paraná, o quilo da carcaça do suíno é comercializado a R$ 10 e em Santa Catarina, a R$ 10,10.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.

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26/10/2021 19:30h

De acordo com o indicador CEPEA/ESALQ, o preço da saca do café arábica registra alta de 11,71% no acumulado de outubro.

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O preço da saca de 60 quilos do café arábica teve alta de quase 2%, em São Paulo, com venda nesta quarta-feira (27), a R$ 1.270. O preço da saca de café robusta também teve alta de quase 2%, com venda a R$ 772,37. 

O valor da saca do açúcar cristal teve queda de 0,5%, em São Paulo, com venda a R$ 148,70. Em Ribeirão Preto (SP), a saca do açúcar bruto é vendida a R$ 146, a R$ 147 no Triângulo Mineiro e a R$ 149 em Maringá (PR).

Gasolina cara: entenda o impacto do ICMS na alta nos preços

O preço da saca do milho teve queda de mais de 1%, com venda a R$ 88,27 em São Paulo. Em Rio Verde (GO), a saca do milho tem cotação de R$ 82; em Erechim (RS) e em Cascavel (PR) a R$ 89.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.
 

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26/10/2021 19:30h

De acordo com o indicador CEPEA/B3, a arroba do boi gordo teve queda de 11,78% no acumulado de outubro.

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O preço da arroba do boi gordo teve queda de quase 2,5%, em São Paulo, sendo comercializada, nesta quarta-feira (27), a R$ 257,25. Em Belo Horizonte (MG), o preço da arroba do boi gordo está estável, com venda a R$ 258. Em Goiânia (GO), a arroba do boi gordo é vendida a R$ 252 e em Cuiabá (MT), a R$ 248. 

O preço do quilo do frango congelado teve queda de 0,5%, sendo comercializado em São Paulo, a R$ 8,03. Em Santa Catarina e em Porto Alegre, o quilo do frango e vendido a R$ 8,10.

Gasolina cara: entenda o impacto do ICMS na alta nos preços

O preço da carcaça do suíno teve queda de quase 2,5% em São Paulo, com venda a R$ 9,96 o quilo. No Paraná, o quilo da carcaça do suíno é comercializado a R$ 10 e em Santa Catarina, a R$ 10,10.

Os valores são do Canal Rural e Cepea.
 

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