06/07/2022 14:30h

Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal diz que cerca de 80% do DF vai ter acesso ao 5G. Cobertura total deve ocorrer até o fim de setembro

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Brasília é a primeira capital do país a receber o 5G, a nova geração de internet móvel. De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o sinal da tecnologia será liberado nesta quarta-feira (6). A chegada do “5G puro” (standalone) à cidade se dá de forma antecipada, já que o prazo inicial era até 31 de julho. 

Os moradores da capital federal que pretendem aproveitar o 5G, que chega a ser 20 vezes mais rápido que o 4G, têm que ter aparelhos compatíveis com a tecnologia. No dia a dia, os usuários que têm o 5G vão conseguir navegar e fazer o download de arquivos com mais velocidade, por exemplo. 

Em entrevista ao Brasil 61, o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal, Elísio Luz, disse que cada uma das operadoras de telefonia móvel instalou cerca de 100 antenas 5G no DF, o que vai garantir a cobertura a 80% da população. 

A princípio, ele explica, o Plano Piloto, a região central da capital, terá mais cobertura, mas parte dos moradores de outras regiões administrativas, como Ceilândia, Taguatinga e Samambaia, por exemplo, também já vão contar com o 5G a partir desta quarta-feira. “Brasília está sendo a primeira capital [com a tecnologia] lançada. Vai acontecer mais na região do Plano, mas também em algumas satélites. A plenitude do sinal para cobertura tem um prazo até 29 de setembro”, afirmou. 

Ou seja, quem quiser usufruir da tecnologia deve ter um aparelho compatível com o 5G e estar próximo de uma das 400 antenas espalhadas pelo DF. O secretário esclareceu que dentro de uma mesma cidade vão haver pontos com acesso e outros sem acesso. 

Apesar de o Distrito Federal ter antecipado a chegada do 5G a cobertura total não será atingida até o dia 31. O novo prazo é o dia 29 de setembro. “Foi adiado devido à dificuldade das operadoras em fazer as importações dos equipamentos necessários para implementar o total das antenas”, disse. Ele ressaltou que o sinal do 4G vai continuar funcionando. 

O secretário comparou a nova geração de internet móvel com a anterior. “Para se ter uma ideia, com essa nova tecnologia, o que a gente tinha em velocidade de 13 megabytes indo até 80 megabytes com a tecnologia 4G, na tecnologia 5G pode chegar a 1 gigabyte de velocidade por segundo. Isso muda muito a resposta de todos os aparelhos e permite que sejam introduzidas novas tecnologias com outros equipamentos”, ressaltou. 

Setor produtivo
Elísio Luz disse também que o impacto do 5G será perceptível também pelo setor produtivo, como a agricultura. “Você tem, por exemplo, o mapeamento de uma área agrícola por meio de drones Ele consegue fazer uma análise da vegetação, onde precisa de mais fertilizantes ou menos fertilizantes, onde tem praga, onde não tem e consegue fazer um ataque localizado naquilo que é necessário. A economia em cima disso tudo é muito grande”, explica. 

Além disso, a quinta geração de internet móvel permite o uso de carros autônomos e a aplicação do conceito de cidade inteligente, em que a tecnologia ajuda a amenizar os problemas do dia a dia das grandes cidades, como os engarrafamentos, por exemplo. 

“O 5G pode mudar muitas questões tanto na vida da cidade quanto na vida pessoal de cada usuário. Além do acesso à internet, que é o básico, a gente vai ter muito mais coisas trabalhando automaticamente linkadas via nuvem, dando respostas para nós sobre o nosso dia a dia, porque a velocidade agora é muito maior e isso permite um tempo de resposta muito mais preciso para aquilo que está sendo usado”, avalia. 

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Tempo é dinheiro
Quanto mais rápida for a implementação da nova geração de internet móvel, maior será o impacto do 5G sobre o crescimento econômico do Brasil. Essa é a avaliação de um estudo elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o levantamento, a diferença entre uma disseminação acelerada ou lenta será de 0,2% no PIB potencial per capita de 2030, o que equivale a R$ 81,3 bilhões. 

A CNI trabalhou com dois cenários de implementação da tecnologia no país. No mais otimista, a penetração será de 81% em 2030. No mais pessimista, cai para 40,5%. O crescimento potencial do PIB é calculado a partir do crescimento da população em idade ativa (PIA) e da produtividade do trabalho. 

E é justamente esse indicador que será impactado com a adoção do 5G, diz a CNI. A baixa latência e alta velocidade na transmissão de dados vai permitir ampliar as atividades que precisam de automação e digitalização, favorecendo a consolidação da indústria 4.0. 

O estudo destaca, no entanto, que há reformas necessárias para a ampla difusão do 5G mais rapidamente, como: 

●    Atualização das legislações municipais para permitir a instalação de antenas;
●    Redução da insegurança jurídica associada ao compartilhamento de infraestrutura;
●    Regulamentação das redes privativas;
●    Uso dos fundos setoriais de telecomunicações de maneira mais eficaz e transparente;
●    Aprovação de uma reforma tributária para diminuir o peso de impostos indiretos sobre os serviços de telecomunicações.

Segundo a CNI, o principal gargalo da infraestrutura é o baixo número de antenas instaladas. Para funcionar em sua totalidade, o 5G vai precisar de cinco vezes mais antenas do que o 4G dispõe atualmente. A ampliação dessa estrutura passa pela modernização das legislações municipais, que impõem restrições “não condizentes às características físicas das novas infraestruturas de telecomunicações”. 

De acordo com o Movimento Antene-se, apenas 1% dos municípios brasileiros têm leis preparadas para receber a quinta geração de internet móvel. 

Cronograma alterado
A aprovação para o uso do 5G na faixa de radiofrequência de 3,5 gigahertz (GHz) em Brasília ocorreu na última segunda-feira (4), após reunião do Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência na faixa de 3.625 a 3.700 MHz (Gaispi). 

Segundo a Anatel, o Gaispi também criou uma “Sala de Guerra” para solucionar com mais velocidade eventuais interferências prejudiciais ao sinal. Inicialmente, todas as capitais brasileiras receberiam o 5G até o fim de julho. No entanto, a Anatel estendeu o prazo máximo para o dia 29 de setembro. 

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06/07/2022 14:01h

Banco da Amazônia se destaca não só por oferecer serviços bancários de forma digital, mas também por levar assistência para população rural com dificuldade de acesso. Basa Digital é uma plataforma pensada para reduzir a distância entre o produtor rural e o crédito

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A transformação digital de instituições bancárias é essencial para empresas e clientes se fidelizarem. Hoje, novas ferramentas e possibilidades de prestações de serviços estão sendo ampliadas para promover a desburocratização do acesso por aqueles que não conseguem serviços bancários comuns como financiamentos e empréstimos. Porém, ainda é um desafio levar essa facilidade para regiões com pouco acesso aos meios digitais. 

Entre as iniciativas para superar essa barreira, o Banco da Amazônia (Basa) vem se destacando por ações de assistentes técnicos, que levam esses serviços até produtores rurais e outros segmentos da população menos urbanizados. O Basa Digital é uma plataforma, composta por uma solução web mais aplicativo, desenhada para reduzir a distância entre o produtor rural e o crédito. É o que explica Valdecir Tose, presidente do Basa.

“Nós temos assessores de negócio que vão até os batedores de açaí, o feirante. Com um tablet, ele tira fotocópia dos documentos, faz abertura de conta, ele faz o crédito, tudo diretamente através do aplicativo”, conta. O presidente lembra ainda que o Basa foi o primeiro banco a ofertar o acesso ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) por meio digital.

“A assistência técnica, a Emater, a Ceplac, vão junto ao produtor, com seus smartphones, e coletam os documentos desse produtor. Quando chega na cidade, ele manda essas informações para o banco, o banco pega todos os dados que tem, pega a declaração de aptidão, as certidões negativas, tudo isso é pego de uma base de dados e, em até 72 horas, o crédito é aprovado e liberado, ou diretamente em uma conta que já foi aberta ou através de um cartão de débito que ele vai poder utilizar na sua localidade”, detalha.

Os desafios do Banco da Amazônia em realizar a transformação digital dos seus serviços surgiram principalmente por se tratar de uma instituição bancária que nasceu ainda em 1942 e também por atender diversas famílias de áreas rurais. Mas esses desafios foram superados a partir de trabalhos pensados para o ambiente virtual. "Isso é a inovação de um banco estatal. Sair de um modelo tradicional de análise, que demorava 60 dias e passar pelo modelo digital, que demora até 72 horas para aprovar um crédito”, pontua Valdecir.

Além do Pronaf, o Banco da Amazônia oferece serviços voltados ao microempreendedor individual (MEI) e operações de Microcrédito Produtivo Orientado (MPO), entre os destaques. O Sebrae será um dos parceiros para o MEI, disponibilizando serviços que auxiliam a população no preenchimento de dados e outras ações. “Então, ao mesmo tempo que eu faço o crédito mais rápido, eu ajudo nessa inclusão digital dessa população. Uma população que não estava acostumada com o digital, mas, a partir do financiamento, ela pode estar já dentro do digital”.

Uma família beneficiada com financiamentos do Basa foi a de Josy Kelly Rodrigues e Heraldo Lima, moradores do Pará. Segundo ele, a capacitação dos funcionários para realizar esses serviços aos clientes também é um diferencial. “Quanto ao financiamento do projeto achei que não foi tão difícil, não foi burocrático. Eles fazem de tudo para ajudar”, diz Heraldo.

Para especialistas, essa é uma via de benefícios econômicos a todos os envolvidos. Enquanto a população usufrui dessa acessibilidade, os bancos promovem mais formas de facilitar processos antes complexos. “A digitalização e os bancos virtuais vieram para facilitar muitas vezes a vida do cliente, através do internet banking, do home broker. Facilita porque o cliente pode fazer operações durante 24 horas do dia, sete dias da semana”, opina o economista e professor da Universidade de Brasília (UnB), César Bergo.
 

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06/07/2022 10:22h

Pesquisa Nacional do IBGE com Ministério do Turismo observou anos de 2020 e 2021, analisando efeitos da pandemia, tipos de viagens, destinos e custos, entre outros temas

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Ministério do Turismo divulgaram nesta quarta-feira (6) a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua Turismo, que avaliou dados desse setor no país entre 2020 e 2021. Entre os principais destaques, o levantamento mostrou que São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul são os estados mais procurados para viagens nacionais.

Um dos objetivos da pesquisa é gerar informações sobre o volume e a natureza do turismo doméstico para auxiliar nas políticas de turismo do Brasil. Um dos pontos observados foi o impacto da pandemia no setor. Para o professor do Departamento de Turismo da Universidade Federal Fluminense (UFF) Osiris Marques, levantar dados desse setor é de extrema relevância. "Sempre foi o nosso sonho que de fato o IBGE fizesse uma pesquisa dessa natureza. E a gente vê, três anos seguidos, apesar da pandemia, apesar de tudo que a gente passou, a pesquisa ser realizada é uma grande notícia, uma grande celebração".

As estatísticas do estudo mostram uma análise completa dos últimos dois anos, comparando com a edição de 2019. Enquanto em 2019 houve ao menos uma viagem finalizada nos três meses anteriores à entrevista em 21,8% dos domicílios brasileiros, em 2020 esse percentual caiu para 13,9% e em 2021 para 12,7%. Flávia Vinhaes, analista do IBGE, mostra esse impacto da pandemia. "Quando a gente olha o número de viagens, a gente vê que houve uma queda nas viagens de 2019 para 2020: o contingente de viagens caiu 35,1%. E de 2020 para 2021 o contingente caiu 9,1%. Totalizando uma queda de 2019 para 2021 de 41% das viagens."

Em relação à demanda turística, a PNAD mostrou que tanto nos 9,9 milhões de domicílios onde ocorreram viagens em 2020, quanto nos 9,1 milhões de domicílios em 2021, 95,8% registraram até três viagens, prevalecendo a ocorrência de uma viagem em 74,2% dos domicílios em 2020 e 74,9% em 2021.

Destinos

Os destinos nacionais tiveram larga preferência pela população. Em 2020, 98% das viagens analisadas foram nacionais. Em 2021, esse percentual foi de 99,3%. No último ano, as regiões Sudeste (40,9%), Nordeste (28,2%) e Sul (17,3%) foram os principais destinos. Centro-Oeste e Norte representaram, respectivamente, 7% e 6,6% das visitas.

O ranking entre os estados que mais receberam viajantes, tanto de outras unidades da federação como de outras cidades da mesma UF, tem São Paulo em primeiro lugar, recebendo 20,6% dos viajantes do país em 2021. Minas Gerais (11,4%), Bahia (9,5%) e Rio de Janeiro (6,6%) aparecem na sequência. Já entre os estados onde houve mais gastos totais em viagens nacionais com pernoite, São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro, respectivamente, puxam a relação.

Outro recorte relevante da pesquisa mostra os gastos per capita diários médios por unidade da federação de destino em 2021. Nesse levantamento, o Distrito Federal lidera com uma média de R$ 292 por dia com pernoite para cada pessoa que visitou a capital. O menor gasto veio de Roraima, com R$ 57. 

“O gasto total médio das viagens nacionais com pernoite, realizadas pelos moradores do domicílio nos três meses que antecederam a entrevista, foi estimado em R$ 1.331. A quantidade de participantes da viagem tem forte impacto nos gastos. Dessa forma, foi estimado o gasto per capita médio no Brasil, no ano em questão, em R$ 799. Entretanto, a quantidade de dias dispendidos na viagem também é fator de grande impacto nos gastos, tendo sido estimado o gasto per capita diário médio no Brasil, no ano de 2021, em R$ 204”, aponta o texto da pesquisa.

Já sobre os motivos das viagens, a PNAD apontou que, do total de 13,6 milhões de viagens investigadas em 2020, 11,5 milhões (85,1%) foram por finalidade pessoal. Em 2021, de um total de 12,3 milhões de viagens investigadas, 10,5 milhões (85,4%) foram feitas com este mesmo fim. Lazer, visita a parentes e amigos,  tratamento de saúde ou consulta médica e eventos familiares foram os principais motivos.
 

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06/07/2022 03:15h

No mercado financeiro, a saca de 60 quilos do milho teve queda de 0,77% no preço e é negociada a R$82,60

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A saca de 60 quilos do café arábica iniciou a quarta-feira (6) com alta de 0,17% no preço e é vendida a R$ 1.356,14 na cidade de São Paulo. O café robusta apresentou queda de 0,56% no valor e a saca é comercializada a R$705,31, para retirada no Espírito Santo.

Entra em vigor portaria que reconhece adoção das boas práticas agrícolas

O açúcar cristal teve baixa de 0,78% no preço e o produto é vendido a R$ 126,65 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, sofreu queda de 0,03% e a mercadoria é comercializada a R$ 123,18. 

No mercado financeiro, a saca de 60 quilos do milho teve queda de 0,77% no preço e é negociada a R$82,60.

Os valores são do Cepea/USP.

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06/07/2022 03:00h

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve baixa de 0,70% e o produto é vendido por R$ 9,88

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A cotação da arroba do boi gordo começou a quarta-feira (6) com baixa de 0,43% e o produto é negociado a R$ 323,55 em São Paulo. 

O preço do quilo do frango congelado sofreu alta de 0,25% no preço e o produto é vendido por R$ 7,89. O preço do quilo do frango resfriado sofreu alta de 0,12% no preço e a mercadoria é comercializada a R$ 8,04.

Entra em vigor portaria que reconhece adoção das boas práticas agrícolas

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve alta de 0,51% e o produto é vendido por R$ 9,93.

Em Minas Gerais, o suíno vivo é vendido a R$ 7,25. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$ 6,31. 

Os valores são do Cepea/USP.

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05/07/2022 03:15h

No mercado financeiro, a saca de 60 quilos do milho teve aumento de 0,10% no preço e é negociada a R$83,24

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A saca de 60 quilos do café arábica iniciou a terça-feira (5) com queda de 0,36% no preço e é vendida a R$ 1.353,84 na cidade de São Paulo. O café robusta apresentou alta de 0,80% no valor e a saca é comercializada a R$709,30, para retirada no Espírito Santo.

SUSTENTABILIDADE: Brasil lidera entre os países com a maior produtividade agropecuária por emissão de gases de efeito estufa

O açúcar cristal teve aumento de 0,64% no preço e o produto é vendido a R$ 127,64 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, sofreu queda de 0,38% e a mercadoria é comercializada a R$ 123,22. 

No mercado financeiro, a saca de 60 quilos do milho teve aumento de 0,10% no preço e é negociada a R$83,24.

Os valores são do Cepea/USP.

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05/07/2022 03:00h

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve baixa de 0,70% e o produto é vendido por R$ 9,88

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A cotação da arroba do boi gordo começou a terça-feira (5) com alta de 3,24% e o produto é negociado a R$ 324,95 em São Paulo. 

O preço do quilo do frango congelado não sofreu alta e o produto é vendido por R$ 7,87. O preço do quilo do frango resfriado também não sofreu alta e a mercadoria é comercializada a R$ 8,03.

SUSTENTABILIDADE: Brasil lidera entre os países com a maior produtividade agropecuária por emissão de gases de efeito estufa

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve baixa de 0,70% e o produto é vendido por R$ 9,88.

Em Minas Gerais, o suíno vivo é vendido a R$ 6,94. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$ 5,71. 

Os valores são do Cepea/USP.

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04/07/2022 19:30h

prevalência entre os casos com resultado positivo para vírus respiratórios foi de 2,4% para influenza A, 0,1% para influenza B, 7,6% para vírus sincicial respiratório (VSR) e 77,6% para Sars-CoV-2 (Covid-19)

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Dados mais recentes do Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), revelam que o Brasil conta com uma tendência de crescimento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda (SRAG). O panorama abrange tanto período de longo prazo (últimas seis semanas) quanto de curto prazo (últimas três semanas). As informações dizem respeito à Semana Epidemiológica 25, de 19 a 25 de junho. 

O pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do Boletim, lembra que a edição da última semana sinalizava uma possível interrupção do crescimento, porém, os últimos dados mostram que a tendência não se manteve. No entanto, alguns estados brasileiros conseguiram manter o sinal de interrupção, como é o caso de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo, com oscilação em patamar elevado no Paraná.

“A gente vinha de um aumento muito forte nos meses de abril e maio, começam a aparecer sinais de desaceleração, mas ainda é o início desse processo. Infelizmente, quando olhamos a curva nacional, vimos que o sinal anterior de uma possível interrupção se desfez. Então, é importante ficarmos atentos e mantermos os cuidados para evitar a transmissibilidade”, destaca. 

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Ainda de acordo com a Fiocruz, nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos com resultado positivo para vírus respiratórios foi de 2,4% para influenza A, 0,1% para influenza B, 7,6% para vírus sincicial respiratório (VSR) e 77,6% para Sars-CoV-2 (Covid-19). Já em relação às mortes, a presença destes mesmos vírus entre os positivos foi de 1,0% para influenza A, 0,1% para influenza B, 1,4% para vírus sincicial respiratório (VSR) e 94,5% para Sars-CoV-2 (Covid-19). 

“Isso é consequência dessa nova onda da pandemia. Estamos em um momento de aumento muito importante das infecções. O número de vacinados com três doses é bastante baixo, não chega a 60%, temos a população infantil que não está vacinada e vai para a escola, e foram retiradas medidas restritivas mínimas”, considera José David Urbaez Brito, presidente da Sociedade de Infectologia do Distrito Federal. 

Estados e capitais

O levantamento mostra, ainda, que, das 27 unidades da federação, 16 registraram sinal de aumento na tendência de longo prazo. São elas: Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. 

Sobre as capitais, o boletim revela que  18 registaram sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Plano Piloto e arredores de Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Natal (RN), Palmas (TO), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA), São Paulo (SP), Teresina (PI) e Vitória (ES). 
 

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04/07/2022 03:15h

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve baixa de 0,90% e o produto é vendido por R$ 9,95

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A cotação da arroba do boi gordo começou a segunda-feira (4) com alta de 1,72% e o produto é negociado a R$ 314,75 em São Paulo. 

O preço do quilo do frango congelado sofreu alta de 1,03% e o produto é vendido por R$ 7,87. O preço do quilo do frango resfriado sofreu alta de 1,52% e a mercadoria é comercializada a R$ 8,03.

Infraestrutura: com menos dinheiro para investir no setor, governo facilitou aportes da iniciativa privada

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve baixa de 0,90% e o produto é vendido por R$ 9,95.

Em Minas Gerais, o suíno vivo continua sendo vendido a R$ 7,26. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$ 6,49. 

Os valores são do Cepea/USP.

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04/07/2022 03:00h

No mercado financeiro, a saca de 60 quilos do milho teve baixa de 0,47% no preço e é negociada a R$83,16

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A saca de 60 quilos do café arábica iniciou a segunda-feira (4) com queda de 0,18% no preço e é vendida a R$ 1.358,71 na cidade de São Paulo. O café robusta apresentou baixa de 0,79% no valor e a saca é comercializada a R$703,65, para retirada no Espírito Santo.

Infraestrutura: com menos dinheiro para investir no setor, governo facilitou aportes da iniciativa privada

O açúcar cristal teve queda de 0,18% no preço e o produto é vendido a R$ 126,83 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, sofreu queda de 0,46% e a mercadoria é comercializada a R$ 123,69. 

No mercado financeiro, a saca de 60 quilos do milho teve baixa de 0,47% no preço e é negociada a R$83,16.

Os valores são do Cepea/USP.

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