17/05/2022 22:58h

O novo diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) afirmou que o setor irá expandir suas atividades de forma segura, sustentável e respeitosa com as pessoas e o meio ambiente

Em seu discurso de posse no último dia 11 de maio, no Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), Raul Jungmann afirmou que a mineração vai ampliar esforços em prol dos compromissos setoriais estabelecidos na Agenda ESG da Mineração do Brasil, e, desta forma, expandir sua atuação empresarial conjugada com segurança operacional, sustentabilidade e respeito às pessoas e cuidado com a preservação do meio ambiente. “Ao falarmos em ESG, estamos tratando de ações muito concretas. Usar menos água, usar recursos renováveis para gerar energia, respeito à comunidade, preservação da floresta e demais compromissos com o meio ambiente. Isso será o rumo da nossa gestão. E sempre junto ao Conselho Diretor, que pensa como nós e nos apoia”, disse. 

Outro ponto destacado por Jungmann é o combate à lavra ilegal. “Não apoiaremos nenhum projeto que venha a abrir qualquer brecha ao garimpo ilegal. E tampouco aceitaremos qualquer tipo de projeto que não preserve o meio ambiente e, em particular, nossa floresta, que queremos em pé”. O objetivo de Jungmann é manter contato direto com autoridades para cobrar providências mais efetivas contra a lavra ilegal, como a de ouro, que resulta em perda de divisas ao país, entre outras consequências danosas, como fomento ao crime e prejuízos às comunidades, inclusive, povos indígenas. 

O evento também marcou a posse do CEO da Anglo American no Brasil, Wilfred Bruijn, na presidência do Conselho Diretor do IBRAM, e do diretor-presidente da Lundin Mining no Brasil, Ediney Maia Drummond, no cargo de vice-presidente. A cerimônia teve ainda a entrega de placas em homenagem aos serviços prestados em prol do IBRAM e da mineração do Brasil pelos ex-dirigentes do Instituto, Wilson Brumer, no Conselho Diretor, e Flávio Ottoni Penido, na presidência da diretoria. 

Raul Jungmann afirmou em sua fala que o “papel da mineração não é só estratégico, não é só de utilidade pública. Ela tem papel importante para o desenvolvimento do país, de gerar emprego, renda, de contribuir para promover a justiça, a sustentabilidade, o respeito ao meio ambiente (...) Este setor tem compromisso, está do lado da lei, ao lado da sustentabilidade”. Afirmou que o setor irá expandir suas atividades de forma segura, sustentável e respeitosa com as pessoas e o meio ambiente e, para isso, precisa contar com uma Agência Nacional de Mineração forte – uma melhor estruturação geral da ANM tem sido uma das bandeiras do IBRAM nestes últimos anos. A agência ainda apresenta carências que dificultam sua atuação técnica na fiscalização e na regulação do setor mineral.

O novo diretor-presidente do IBRAM ressaltou ainda que o instituto é contrário ao projeto de lei nº191 que tramita na Câmara dos Deputados e propõe a regulamentação de atividades econômicas nas terras demarcadas. “Recentemente tive a oportunidade de falar para os embaixadores da União Europeia em nome do IBRAM. Disse que setor mineral brasileiro segue a Constituição. Entendemos que a mineração em terras indígenas precisa de regulamentação. Mas não aceitaremos uma regulação que não respeite os povos originários, seus direitos, que não os ouça, que eles não sejam parte do processo de decisão daquilo que os interessa”, disse.

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17/05/2022 22:54h

No acumulado do primeiro quadrimestre, as exportações atingiram 192.488 toneladas; insumo é usado na composição de aço pelas usinas siderúrgicas

Segundo dados do Ministério da Economia, Secex, as exportações de sucata ferrosa somaram 71.877 toneladas em abril de 2022, um crescimento de 43% quando comparado a março (50.217 toneladas). O insumo é usado na composição de aço pelas usinas siderúrgicas. No acumulado do primeiro quadrimestre, as exportações atingiram 192.488 toneladas, ante 101.993 toneladas do mesmo período de 2021, um aumento de 89%. 

O conflito RússiaxUcrânia provocou o aumento no preço do ferro gusa e de outros insumos também usados na composição do aço, mas, segundo Clineu Alvarenga, presidente do Instituto Nacional das Empresas de Sucata de Ferro e Aço (Inesfa), já existe uma tendência de acomodação dos preços. “Os valores da sucata tendem a se estabilizar após um período de altas artificiais”, afirma.

O executivo diz que os recicladores de sucatas ferrosas estão abastecendo normalmente o mercado interno, como sempre fizeram, e só exportam os volumes excedentes não adquiridos no País. “As vendas ao exterior, sempre no limite máximo de 5% da produção local, são a alternativa encontrada pelo setor há mais de uma década para garantir a manutenção da atividade,  que traz inúmeros benefícios ao meio ambiente e ao País”, diz o presidente do Inesfa.

Segundo a S&P Global Platts, agência americana especializada em fornecer preços-referência e benchmarks para as commodities, “fontes do mercado mencionaram os recentes aumentos nos preços e nas compras impulsionados pelas taxas de produção mais altas nas principais siderúrgicas locais, após paralisações para manutenção planejadas e não planejadas, ou atraso na formação no de estoques”. Outras fontes das usinas ouvidas pela S&P já esperam uma estabilização dos preços ainda neste mês de maio e até uma queda a partir de junho.

O consumo de sucata ferrosa no Brasil em 2022 pode superar o de 2020, quando alcançou quase oito milhões de toneladas. No ano passado, o consumo estimado pelo Inesfa foi de nove milhões de toneladas. Em maio, o Inesfa passa a representar todos os setores da reciclagem, incluindo ferro e aço, vidro, papel, eletrônicos, entre outros, atividades compostas por mais de cinco milhões de pessoas que vivem da coleta e destinação adequada de insumos recicláveis. “Os recicladores sempre tiveram um papel essencial no Brasil, ao lado dos catadores (os chamados ‘carrinheiros’) na preservação e defesa do meio ambiente e na economia circular. Mas, apesar disso, ainda são pouco reconhecidos e estimulados, principalmente pelos três poderes do país, Executivo, Legislativo e Judiciário”, afirma Clineu Alvarenga.

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17/05/2022 22:10h

Recursos serão usados para a execução de quatro bacias de contenção, na sub-bacia do Rio Barigui, no perfilamento do rio Cascatinha e galerias dos rios Cascatinha e Uvu

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A cidade de Curitiba, no Paraná, vai receber mais de R$ 126 mil  do Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional, para dar continuidade a obras de saneamento básico. 

A cidade usará os recursos para execução de quatro bacias de contenção na sub-bacia do Rio Barigui, além de perfilamento no Rio Cascatinha e construção de galerias dos rios Cascatinha e Uvu. No início deste mês, o MDR já havia repassado mais de trezentos mil reais para a continuidade da mesma obra.

"Os investimentos em saneamento básico garantem a preservação do meio ambiente, a melhoria das condições de saúde e mais qualidade de vida para a população", destaca o ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira.

Além dos recursos para o Paraná, o MDR também anunciou repasses para a continuidade de obras de saneamento básico em municípios da Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Goiás, Rondônia, Rio Grande do Sul, Sergipe e São Paulo. No total, serão repassados mais de 20 milhões de reais.

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17/05/2022 22:03h

Recursos serão usados na ampliação do Sistema de Abastecimento de Água de Pelotas e do sistema de macrodrenagem da bacia do Arroio da Areia, em Porto Alegre

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As cidades de Porto Alegre e Pelotas, em Rio Grande do Sul, vão receber mais de um milhão e oitocentos mil reais para a continuidade de obras de saneamento básico. Os recursos serão repassados pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR.

A cidade de Porto Alegre vai contar com quase um milhão e trezentos mil reais para ampliação e readequação do sistema de macrodrenagem da Bacia do Arroio da Areia, com implantação de reservatórios de detenção.

Já o município de Pelotas receberá mais de quinhentos e oitenta mil reais para ampliação do Sistema de Abastecimento de Água local.

"Os investimentos em saneamento básico garantem a preservação do meio ambiente, a melhoria das condições de saúde e mais qualidade de vida para a população", destaca o ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira.

Além dos recursos para o Rio Grande do Sul, o MDR também anunciou repasses para a continuidade de obras de saneamento básico em cidades da Bahia, Ceará, Espírito Santos, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Rondônia, Sergipe e São Paulo. No total, serão repassados mais de vinte milhões de reais.
 

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17/05/2022 21:40h

Recursos serão usados na ampliação e readequação dos Sistemas de Abastecimento de Água da sede municipal de Porto Velho e de Vilhena

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As cidades de Porto Velho e Vilhena, em Rondônia, vão receber mais de novecentos mil reais para a continuidade de obras de saneamento básico. Os recursos serão repassados pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR.

A cidade de Porto Velho vai contar com mais de quatrocentos e setenta mil reais, enquanto Vilhena terá acesso a mais de quatrocentos e trinta mil reais. Os dois municípios usarão os recursos na ampliação e readequação de seus Sistemas de Abastecimento de Água 

"Os investimentos em saneamento básico garantem a preservação do meio ambiente, a melhoria das condições de saúde e mais qualidade de vida para a população", destaca o ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira.

Com a sanção do novo Marco Legal do Saneamento, que completará dois anos em julho, o Governo Federal tem como objetivo alcançar a universalização dos serviços de saneamento básico até 2033, garantindo que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90%, ao tratamento e à coleta de esgoto.

Desde janeiro deste ano, já foram empenhados R$ 222,9 milhões do Orçamento Geral da União (OGU) e repassados R$ 153,5 milhões para garantir a continuidade de empreendimentos de saneamento básico pelo País. Outros R$ 434,6 milhões foram pagos para financiamentos por meio do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Atualmente, a carteira de obras e projetos da Pasta no setor – contratos ativos e empreendimentos em execução ou ainda não iniciados – é de 1.081 empreendimentos, somando um total de R$ 42,2 bilhões, sendo R$ 25,3 bilhões de financiamentos e R$ 16,8 bilhões de Orçamento Geral da União.

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17/05/2022 21:35h

Recursos serão utilizados para as intervenções de saneamento integrado na Bacia do Ribeirão Quilombo

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A cidade de Campinas, em São Paulo, vai receber mais de 2 milhões de reais do Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR, para a continuidade das obras de saneamento integrado na Bacia do Ribeirão Quilombo. 

As intervenções compreendem a execução de canais e reservatórios de amortecimento de águas pluviais, obras de esgotamento sanitário e pavimentação de vias.

"Os investimentos em saneamento básico garantem a preservação do meio ambiente, a melhoria das condições de saúde e mais qualidade de vida para a população", destaca o ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira.

Além dos recursos para Campinas, o MDR também anunciou repasses para a continuidade de obras de saneamento básico em municípios da Bahia, Ceará, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Sul, Sergipe e São Paulo. No total, serão repassados mais de 20 milhões de reais.

Com a sanção do novo Marco Legal do Saneamento, que completará dois anos em julho, o Governo Federal tem como objetivo alcançar a universalização dos serviços de saneamento básico até 2033, garantindo que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90%, ao tratamento e à coleta de esgoto.

Desde janeiro deste ano, já foram empenhados R$ 222,9 milhões do Orçamento Geral da União (OGU) e repassados R$ 153,5 milhões para garantir a continuidade de empreendimentos de saneamento básico pelo País. Outros R$ 434,6 milhões foram pagos para financiamentos por meio do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Atualmente, a carteira de obras e projetos da Pasta no setor – contratos ativos e empreendimentos em execução ou ainda não iniciados – é de 1.081 empreendimentos, somando um total de R$ 42,2 bilhões, sendo R$ 25,3 bilhões de financiamentos e R$ 16,8 bilhões de Orçamento Geral da União.

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17/05/2022 21:30h

Recursos serão utilizados na ampliação do sistema integrado de abastecimento de água da Adutora do Piauitinga

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A cidade de Lagarto, em Sergipe, vai receber R$ 2,9 milhões do Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR, para investir em saneamento básico. Os recursos serão usados na continuidade das obras de ampliação do sistema integrado de abastecimento de água da Adutora do Piauitinga. 

"Os investimentos em saneamento básico garantem a preservação do meio ambiente, a melhoria das condições de saúde e mais qualidade de vida para a população", destaca o ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira.

Além dos recursos para o Pará, o MDR também anunciou repasses para a continuidade de obras de saneamento básico em municípios da Bahia, Ceará, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Sul, Sergipe e São Paulo. No total, serão repassados mais de 20 milhões de reais.

Com a sanção do novo Marco Legal do Saneamento, que completará dois anos em julho, o Governo Federal tem como objetivo alcançar a universalização dos serviços de saneamento básico até 2033, garantindo que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90%, ao tratamento e à coleta de esgoto.

Desde janeiro deste ano, já foram empenhados R$ 222,9 milhões do Orçamento Geral da União (OGU) e repassados R$ 153,5 milhões para garantir a continuidade de empreendimentos de saneamento básico pelo País. Outros R$ 434,6 milhões foram pagos para financiamentos por meio do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Atualmente, a carteira de obras e projetos da Pasta no setor – contratos ativos e empreendimentos em execução ou ainda não iniciados – é de 1.081 empreendimentos, somando um total de R$ 42,2 bilhões, sendo R$ 25,3 bilhões de financiamentos e R$ 16,8 bilhões de Orçamento Geral da União.

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17/05/2022 21:13h

Recursos serão utilizados na ampliação do sistema de esgotamento sanitário em sete bacias da cidade de Camocim e em obras no sistema adutor e de reservação do Taquarão, em Fortaleza

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As cidades de Camocim e Fortaleza, no Ceará, vão receber R$ 528,2 mil do Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR, para a continuidade das obras de saneamento básico.

Serão investidos mais de R$ 313 mil na ampliação da cobertura de esgotamento sanitário em sete bacias de Camocim. Além disso, mais de R$ 200 mil reais serão destinados a obras no sistema adutor e de reservação do Taquarão, que atende a capital cearense.

"Os investimentos em saneamento básico garantem a preservação do meio ambiente, a melhoria das condições de saúde e mais qualidade de vida para a população", destaca o ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira.

Além dos recursos para o Pará, o MDR também anunciou repasses para a continuidade de obras de saneamento básico em municípios da Bahia, Ceará, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Sul, Sergipe e São Paulo. No total, serão repassados mais de 20 milhões de reais.

Com a sanção do novo Marco Legal do Saneamento, que completará dois anos em julho, o Governo Federal tem como objetivo alcançar a universalização dos serviços de saneamento básico até 2033, garantindo que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90%, ao tratamento e à coleta de esgoto.

Desde janeiro deste ano, já foram empenhados R$ 222,9 milhões do Orçamento Geral da União (OGU) e repassados R$ 153,5 milhões para garantir a continuidade de empreendimentos de saneamento básico pelo País. Outros R$ 434,6 milhões foram pagos para financiamentos por meio do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Atualmente, a carteira de obras e projetos da Pasta no setor – contratos ativos e empreendimentos em execução ou ainda não iniciados – é de 1.081 empreendimentos, somando um total de R$ 42,2 bilhões, sendo R$ 25,3 bilhões de financiamentos e R$ 16,8 bilhões de Orçamento Geral da União.
 

 

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17/05/2022 20:58h

Em 2022, campanha nacional ocorre a partir desta quinta-feira (19), Dia Mundial da Doação de Leite Humano. País possui a maior rede de banco de leite do mundo, com 225 bancos e 217 postos de coleta

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Para incentivar o aumento das doações e abastecer os estoques dos bancos de leite humano em todo Brasil, o Ministério da Saúde lançou, nesta terça-feira (17), a Campanha Nacional de Doação de Leite Humano 2022.

A campanha de 2022 ocorre a partir desta quinta-feira (19), Dia Mundial da Doação de Leite Humano. A veiculação vai até o dia 16 de junho, em rádio, redes sociais e pontos de grande circulação de pessoas.

Neste ano, o governo visa aumentar em até 5% a quantidade de doações e reforçar todos os estoques. Em 2021, o ministério registrou um aumento de 7% no volume de doações em comparação a 2020. Mas o quantitativo, segundo a pasta, representa 55% da necessidade por leite humano no País. O governo estima que, anualmente, cerca de 340 mil bebês prematuros ou de baixo peso nascem no território nacional.

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A coordenadora de Saúde da Criança e Aleitamento Materno da Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde, Janini Ginani, explica os benefícios do leite humano para os recém-nascidos, especialmente os que nascem prematuramente e que estão em risco. "Os bebês amamentados com leite humano têm mais chances de uma rápida recuperação, o que também representa uma economia para o Sistema Único de Saúde (SUS), pois o leite materno possui elementos essenciais para a imunidade do recém nascido, que possibilita um menor uso dos antibióticos.” 

No ano passado, 3 milhões de mulheres doaram leite humano. Isso beneficiou outras 35 milhões de mães. “Reforçamos anualmente nas campanhas de arrecadação de leite materno que qualquer quantidade importa”, conclui Janini Ginani.

O Brasil tem a maior rede de bancos de leite humano no mundo. São 225 bancos de leite em todas as UFs e 217 postos de coleta. A rede brasileira é uma iniciativa do Ministério da Saúde, por meio do Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz). 
 

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17/05/2022 20:50h

Recursos serão usados para obras de saneamento integrado na região poligonal 1

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A cidade de Vitória (ES) vai receber cerca de R$ 300 mil do Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), para dar continuidade a obras de saneamento básico.

Os recursos serão destinados à melhoria do saneamento integrado na região poligonal 1, que compreende os bairros São Benedito, Consolação, Bonfim, Penha, Itararé e Gurigica, além das comunidades Jaburu, Floresta e Engenharia.

"Os investimentos em saneamento básico garantem a preservação do meio ambiente, a melhoria das condições de saúde e mais qualidade de vida para a população", destaca o ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira.

Além dos recursos para o Pará, o MDR também anunciou repasses para a continuidade de obras de saneamento básico em municípios da Bahia, Ceará, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Sul, Sergipe e São Paulo. No total, serão repassados mais de 20 milhões de reais.

Com a sanção do novo Marco Legal do Saneamento, que completará dois anos em julho, o Governo Federal tem como objetivo alcançar a universalização dos serviços de saneamento básico até 2033, garantindo que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90%, ao tratamento e à coleta de esgoto.

Desde janeiro deste ano, já foram empenhados R$ 222,9 milhões do Orçamento Geral da União (OGU) e repassados R$ 153,5 milhões para garantir a continuidade de empreendimentos de saneamento básico pelo País. Outros R$ 434,6 milhões foram pagos para financiamentos por meio do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Atualmente, a carteira de obras e projetos da Pasta no setor – contratos ativos e empreendimentos em execução ou ainda não iniciados – é de 1.081 empreendimentos, somando um total de R$ 42,2 bilhões, sendo R$ 25,3 bilhões de financiamentos e R$ 16,8 bilhões de Orçamento Geral da União.
 

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Brasil 61